Publicação
Desafios de defesa nacional: o Mar angolano e os contributos do poder naval (2002-2016)
| Resumo: | A dissertação tem como objectivo identificar e discutir os Desafios de Defesa Nacional no Mar Angolano, após o fim da guerra civil, e compreender de que forma o Poder Naval, enquanto principal instrumento de força do Estado naquele espaço, pode contribuir para garantia da Defesa Nacional. Analisamos os constrangimentos que se impõem ao mar, durante o período de 2002 a 2016, sendo identificados como principais e com impactos, negativos directos, a soberania nacional: a pirataria marítima, imigração e pesca ilegal, ameaças militares externas, delimitação das fronteiras marítimas e alargamento da Plataforma Continental. Durante o período de guerra civil (1975-2002), a estratégia de Defesa Nacional, esteve centrada na garantia de inviolabilidade das fronteiras terrestres onde o conflito foi mais latente influenciando maiores investimentos ao Exército e Força Aérea Nacional, ficando a Marinha de Guerra sem um Poder Naval desadequando à dimensão do mar (1650km de extensão), tornando-se este vulnerável a diversas ameaças há décadas. Garantia da defesa do Mar Angolano, tornou-se uma prioridade e um desafio contemporâneo para o Estado, visando a preservação da sua integridade física e sua acessibilidade, pelo o facto daquele espeço ser uma via de comunicação e de entrada directa e estratégica para o espaço terreste nacional. Para o alcance desses objectivos, fizemos a articulação entra vários conceitos como Estratégia, Segurança e Defesa Nacional e Poder Naval, interligado aos de Economia, Política Externa. Tal articulação, permitiu fazer uma análise evolutiva do Poder Naval Angolano, e de que forma este poderá contribuir para a Defesa Nacional e afirmação do país como potência militar regional em África. |
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| Autores principais: | Munguengue, Suraia da Conceição |
| Assunto: | Mar angolano Desafios de defesa nacional Poder naval Golfo da Guiné Angolan sea Challenges of national defense Naval power Gulf of Guinea |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A dissertação tem como objectivo identificar e discutir os Desafios de Defesa Nacional no Mar Angolano, após o fim da guerra civil, e compreender de que forma o Poder Naval, enquanto principal instrumento de força do Estado naquele espaço, pode contribuir para garantia da Defesa Nacional. Analisamos os constrangimentos que se impõem ao mar, durante o período de 2002 a 2016, sendo identificados como principais e com impactos, negativos directos, a soberania nacional: a pirataria marítima, imigração e pesca ilegal, ameaças militares externas, delimitação das fronteiras marítimas e alargamento da Plataforma Continental. Durante o período de guerra civil (1975-2002), a estratégia de Defesa Nacional, esteve centrada na garantia de inviolabilidade das fronteiras terrestres onde o conflito foi mais latente influenciando maiores investimentos ao Exército e Força Aérea Nacional, ficando a Marinha de Guerra sem um Poder Naval desadequando à dimensão do mar (1650km de extensão), tornando-se este vulnerável a diversas ameaças há décadas. Garantia da defesa do Mar Angolano, tornou-se uma prioridade e um desafio contemporâneo para o Estado, visando a preservação da sua integridade física e sua acessibilidade, pelo o facto daquele espeço ser uma via de comunicação e de entrada directa e estratégica para o espaço terreste nacional. Para o alcance desses objectivos, fizemos a articulação entra vários conceitos como Estratégia, Segurança e Defesa Nacional e Poder Naval, interligado aos de Economia, Política Externa. Tal articulação, permitiu fazer uma análise evolutiva do Poder Naval Angolano, e de que forma este poderá contribuir para a Defesa Nacional e afirmação do país como potência militar regional em África. |
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