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Educação, Formação e Empregabilidade como requisitos da Flexigurança

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nesta dissertação propomo-nos efectuar um estudo no âmbito da Sociologia Económica, com grande componente de Economia da Educação que permita proceder à comparação de três países relativamente à estratégia de flexigurança. Os países objecto de estudo e de comparação com Portugal face àquela estratégia são a Dinamarca e a Espanha por razões que indicaremos ao longo do trabalho. Para tal, dividimos este trabalho em duas partes. Na primeira procuramos desenvolver conceitos teórico-conceptuais que estabeleçam uma ligação entre a problemática da educação e a flexigurança servindo-nos da teoria do capital humano e do ciclo de vida como base de suporte. Na segunda parte, a da investigação empírica, desenvolvemos uma abordagem sistemática em três vertentes: educação/formação, emprego/desemprego e politicas do mercado de trabalho, à luz da qual procuramos comparar, para os três países, o estado dos pré-requisitos fundamentais para a implementação da flexigurança.
Autores principais:Pelicano, Paulo Alexandre da Cunha Nogueira
Assunto:Educação formação flexigurança flexibilidade segurança emprego desemprego Education training flexicurity flexibility security unemployment
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Nesta dissertação propomo-nos efectuar um estudo no âmbito da Sociologia Económica, com grande componente de Economia da Educação que permita proceder à comparação de três países relativamente à estratégia de flexigurança. Os países objecto de estudo e de comparação com Portugal face àquela estratégia são a Dinamarca e a Espanha por razões que indicaremos ao longo do trabalho. Para tal, dividimos este trabalho em duas partes. Na primeira procuramos desenvolver conceitos teórico-conceptuais que estabeleçam uma ligação entre a problemática da educação e a flexigurança servindo-nos da teoria do capital humano e do ciclo de vida como base de suporte. Na segunda parte, a da investigação empírica, desenvolvemos uma abordagem sistemática em três vertentes: educação/formação, emprego/desemprego e politicas do mercado de trabalho, à luz da qual procuramos comparar, para os três países, o estado dos pré-requisitos fundamentais para a implementação da flexigurança.