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Artaud & Oficina, Para dar um fim no juízo de deus : corpos insurgentes contra o regime colonial-capitalístico

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta dissertação analisa o texto Pour em finir avec le jugement de dieu (1947), de Antonin Artaud, e sua montagem pelo Teatro Oficina no Brasil, no ano de 2016. O objetivo é conhecer, investigar e compreender como as operações artísticas presentes nessas obras podem contribuir para a decolonização do teatro brasileiro. A análise é feita a partir de um arcabouço teórico que reúne estudos decoloniais e críticos à colonialidade, como os de Aníbal Quijano, Arturo Escobar, Walter Mignolo, Catherine E. Walsh, Antônio Bispo dos Santos, Ailton Krenak e, principalmente, Suely Rolnik. A noção de insurreição micropolítica da filósofa brasileira baliza este estudo, que busca encontrar, na arte, uma possibilidade de ação insurrecional ao regime social e político sob o qual estamos submetidos.
Autores principais:Gontijo, Bárbara de Pádua
Assunto:Artaud, Antonin, 1896-1948 - Crítica e interpretação Artaud, Antonin, 1896-1948 - Influência Teatro Oficina. - (São Paulo, Brasil) Pour en finir avec le jugement de dieu - Adaptações teatrais - séc.21 Teatro - Brasil - séc.21 Teatro e política - Brasil Descolonialidade Teses de mestrado - 2023
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Esta dissertação analisa o texto Pour em finir avec le jugement de dieu (1947), de Antonin Artaud, e sua montagem pelo Teatro Oficina no Brasil, no ano de 2016. O objetivo é conhecer, investigar e compreender como as operações artísticas presentes nessas obras podem contribuir para a decolonização do teatro brasileiro. A análise é feita a partir de um arcabouço teórico que reúne estudos decoloniais e críticos à colonialidade, como os de Aníbal Quijano, Arturo Escobar, Walter Mignolo, Catherine E. Walsh, Antônio Bispo dos Santos, Ailton Krenak e, principalmente, Suely Rolnik. A noção de insurreição micropolítica da filósofa brasileira baliza este estudo, que busca encontrar, na arte, uma possibilidade de ação insurrecional ao regime social e político sob o qual estamos submetidos.