Publicação
O uso de enhancers cognitivos na população portuguesa
| Resumo: | Introdução: O uso de enhancers cognitivo tem sido reportado com a finalidade de melhorar aspetos cognitivos como a memória, atenção, raciocínio, vigília e concentração. Objetivos: Avaliar a frequência do uso de enhancers cognitivos na população portuguesa, identificar o tipo de substâncias mais consumidas para este efeito, identificar as funções cognitivas mais procuradas para enhancement e os contextos em que ocorrem estes consumos. Método: 135 participantes responderam a um questionário online sobre o tipo, a frequência e as motivações para o uso de enhancers cognitivos. Resultados: O enhancer cognitivo mais frequentemente utilizado foi o exercício físico e os estudantes e trabalhadores-estudantes reportaram a maior frequência de consumos de enhancers cognitivos. O uso de medicamentos sujeitos a receita médica para fins de enhancement cognitivo foi de 10.37%. As funções cognitivas mais alvo de intervenção foram a atenção/concentração e raciocínio/resolução de problemas. O contexto de maior utilização de enhancers cognitivos foram os períodos de maior exigência académica/laboral. Conclusão: Os resultados sugerem que o uso de enhancers cognitivos é uma prática presente na população portuguesa, sobretudo para melhorar a atenção/concentração em circunstâncias académicas e laborais mais exigentes. |
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| Autores principais: | Policarpo, Rafaela Sofia do Nascimento |
| Assunto: | Enhancement cognitivo Smart drug Euroenhancement Nootrópicos Funções cognitivas |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Introdução: O uso de enhancers cognitivo tem sido reportado com a finalidade de melhorar aspetos cognitivos como a memória, atenção, raciocínio, vigília e concentração. Objetivos: Avaliar a frequência do uso de enhancers cognitivos na população portuguesa, identificar o tipo de substâncias mais consumidas para este efeito, identificar as funções cognitivas mais procuradas para enhancement e os contextos em que ocorrem estes consumos. Método: 135 participantes responderam a um questionário online sobre o tipo, a frequência e as motivações para o uso de enhancers cognitivos. Resultados: O enhancer cognitivo mais frequentemente utilizado foi o exercício físico e os estudantes e trabalhadores-estudantes reportaram a maior frequência de consumos de enhancers cognitivos. O uso de medicamentos sujeitos a receita médica para fins de enhancement cognitivo foi de 10.37%. As funções cognitivas mais alvo de intervenção foram a atenção/concentração e raciocínio/resolução de problemas. O contexto de maior utilização de enhancers cognitivos foram os períodos de maior exigência académica/laboral. Conclusão: Os resultados sugerem que o uso de enhancers cognitivos é uma prática presente na população portuguesa, sobretudo para melhorar a atenção/concentração em circunstâncias académicas e laborais mais exigentes. |
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