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Agressores de cyberbullying : o efeito das crenças de autoeficácia e experiências de vitimização nas intenções comportamentais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A sociedade atual tem sido marcada pelo constante contacto com novos avanços tecnológicos que tornam a comunicação cada vez mais fácil e à escala mundial. Através de dispositivos tecnológicos como um simples telemóvel, computador ou tablet é possível partilhar imagens, vídeos ou acontecimentos em direto para qualquer parte do mundo. Estamos perante um mundo virtual que oferece muitas vantagens, mas também riscos provenientes da frequente exposição pessoal. O fenómeno “cyberbullying” surgiu neste contexto e tem aumentado exponencialmente levando muitos jovens a agredirem-se e a assistirem a agressões. O presente estudo pretende identificar as intenções comportamentais dos agressores de cyberbullying que já tiveram experiências de vitimização anteriores, assim como compreender se a frequência de vitimização dos agressores e as crenças de autoeficácia vão levar à intenção de repetir o comportamento agressivo ou à intenção de ajudar futuras vítimas. Foram aplicados vários questionários do inventário de incidentes observados de cyberbullying (IIOC) a estudantes do 2º e 3º ciclo de escolaridade e do ensino secundário que frequentam seis escolas do centro e sul de Portugal (N=676). Os resultados apontaram para uma maior probabilidade dos agressores virem a ter a intenção de ajudar futuras vítimas quando já sofreram algum tipo de vitimização, assim como se tiverem uma maior crença de autoeficácia. Relativamente aos tipos e intenções, a “intenção de repetir o comportamento agressivo se virem alguém a insultar alguém” e a “intenção de ajudar futuras vítimas se virem alguém a insultar alguém” surge como as mais prováveis de os agressores virem a ter.
Autores principais:Leocádio, Adriana Rodrigues
Assunto:Cyberbullying Vitimização Agressores Teses de mestrado - 2018
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A sociedade atual tem sido marcada pelo constante contacto com novos avanços tecnológicos que tornam a comunicação cada vez mais fácil e à escala mundial. Através de dispositivos tecnológicos como um simples telemóvel, computador ou tablet é possível partilhar imagens, vídeos ou acontecimentos em direto para qualquer parte do mundo. Estamos perante um mundo virtual que oferece muitas vantagens, mas também riscos provenientes da frequente exposição pessoal. O fenómeno “cyberbullying” surgiu neste contexto e tem aumentado exponencialmente levando muitos jovens a agredirem-se e a assistirem a agressões. O presente estudo pretende identificar as intenções comportamentais dos agressores de cyberbullying que já tiveram experiências de vitimização anteriores, assim como compreender se a frequência de vitimização dos agressores e as crenças de autoeficácia vão levar à intenção de repetir o comportamento agressivo ou à intenção de ajudar futuras vítimas. Foram aplicados vários questionários do inventário de incidentes observados de cyberbullying (IIOC) a estudantes do 2º e 3º ciclo de escolaridade e do ensino secundário que frequentam seis escolas do centro e sul de Portugal (N=676). Os resultados apontaram para uma maior probabilidade dos agressores virem a ter a intenção de ajudar futuras vítimas quando já sofreram algum tipo de vitimização, assim como se tiverem uma maior crença de autoeficácia. Relativamente aos tipos e intenções, a “intenção de repetir o comportamento agressivo se virem alguém a insultar alguém” e a “intenção de ajudar futuras vítimas se virem alguém a insultar alguém” surge como as mais prováveis de os agressores virem a ter.