Publicação
Contraceção oral feminina : enquadramento histórico e farmacológico
| Resumo: | O desenvolvimento da contraceção oral feminina constituiu uma das grandes revoluções médicas e sociais do século XX. 1 Desde a descoberta da primeira pílula em 1960, grandes avanços foram feitos. Têm surgido novas formulações, que possuem baixas doses de etinilestradiol, novos progestagénios e pílulas só com progestagénio, com o objetivo de aumentar a eficácia, reduzir os efeitos indesejáveis e melhorar a adesão evitando assim uma gravidez indesejada. 2 A Organização Mundial de Saúde define que a contraceção deve ser eficaz, reversível, acessível e bem tolerada. O início cada vez mais precoce de uma vida sexual ativa e o maior acesso e interesse das mulheres em gravidezes indesejadas obriga a uma atualização constante por parte do profissional de saúde, em indicar qual o melhor contracetivo para cada mulher, tendo em conta os benefícios e riscos que estão associados a cada método. A contraceção oral é o método mais utilizado pelas mulheres portuguesas, este impede a gravidez graças às hormonas de síntese que intervêm no ciclo menstrual. Contudo, a pílula é ainda hoje muitas vezes mal utilizada, motivo que leva ao recurso da contraceção oral de emergência. 3 |
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| Autores principais: | Marta, Ana Rita Susano |
| Assunto: | Contraceção Oral Combinada Contraceção Progestativa Contraceção de Emergência História da contraceção oral feminina Mestrado Integrado - 2015 |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O desenvolvimento da contraceção oral feminina constituiu uma das grandes revoluções médicas e sociais do século XX. 1 Desde a descoberta da primeira pílula em 1960, grandes avanços foram feitos. Têm surgido novas formulações, que possuem baixas doses de etinilestradiol, novos progestagénios e pílulas só com progestagénio, com o objetivo de aumentar a eficácia, reduzir os efeitos indesejáveis e melhorar a adesão evitando assim uma gravidez indesejada. 2 A Organização Mundial de Saúde define que a contraceção deve ser eficaz, reversível, acessível e bem tolerada. O início cada vez mais precoce de uma vida sexual ativa e o maior acesso e interesse das mulheres em gravidezes indesejadas obriga a uma atualização constante por parte do profissional de saúde, em indicar qual o melhor contracetivo para cada mulher, tendo em conta os benefícios e riscos que estão associados a cada método. A contraceção oral é o método mais utilizado pelas mulheres portuguesas, este impede a gravidez graças às hormonas de síntese que intervêm no ciclo menstrual. Contudo, a pílula é ainda hoje muitas vezes mal utilizada, motivo que leva ao recurso da contraceção oral de emergência. 3 |
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