Publicação

Bioacessibilidade de ácidos gordos Omega-3. Dourada versus suplementos alimentares

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho tem como objetivo avaliar o efeito dos tratamentos culinários na composição lipídica da dourada, bem como avaliar a bioacessibilidade dos ácidos gordos ómega-3 nesta espécie e num suplemento de ácidos gordos ómega-3. Assim, tanto a dourada, como o suplemento foram submetidos a um modelo digestivo in vitro. Verificou-se que grelhar a dourada provocou diminuição do seu teor lipídico e mais concretamente perda de ácidos gordos, mas não alterou a distribuição das classes de lípidos. Relativamente à bioacessibilidade dos ácidos gordos ómega-3, concluiu-se que, para a dourada e para o suplemento alimentar, nem todos os ácidos gordos que constituíam a matriz inicial ficam bioacessíveis. Na dourada crua, o EPA tem uma taxa de bioacessibilidade de 60% e o DHA de 61%. Na dourada grelhada, os valores de bioacessibilidade foram ligeiramente inferiores, com o EPA e a ser 46% bioacessível e o DHA 43%. No suplemento alimentar, a taxa de bioacessibilidade do EPA foi de 54% e a do DHA de 55%
Autores principais:Alves, Francisca Joana Parreira Costa
Assunto:bioacessibilidade dourada suplemento alimentar ácidos gordos omega-3 EPA DHA
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este trabalho tem como objetivo avaliar o efeito dos tratamentos culinários na composição lipídica da dourada, bem como avaliar a bioacessibilidade dos ácidos gordos ómega-3 nesta espécie e num suplemento de ácidos gordos ómega-3. Assim, tanto a dourada, como o suplemento foram submetidos a um modelo digestivo in vitro. Verificou-se que grelhar a dourada provocou diminuição do seu teor lipídico e mais concretamente perda de ácidos gordos, mas não alterou a distribuição das classes de lípidos. Relativamente à bioacessibilidade dos ácidos gordos ómega-3, concluiu-se que, para a dourada e para o suplemento alimentar, nem todos os ácidos gordos que constituíam a matriz inicial ficam bioacessíveis. Na dourada crua, o EPA tem uma taxa de bioacessibilidade de 60% e o DHA de 61%. Na dourada grelhada, os valores de bioacessibilidade foram ligeiramente inferiores, com o EPA e a ser 46% bioacessível e o DHA 43%. No suplemento alimentar, a taxa de bioacessibilidade do EPA foi de 54% e a do DHA de 55%