Publicação
Abordagens médica e fisioterapêutica em dorsalgias nos equinos
| Resumo: | O dorso, frequentemente subestimado pelos donos e treinadores de equinos, é de importância capital no bom decorrer das suas actividades de eleição. Trata-se do conjunto das estruturas anatómicas músculo-esqueléticas das regiões cervical, torácica, lombar, sagrada e, por proximidade, sacroilíaca. Apesar de não convencional, a integração da região cervical no estudo das dorsalgias tem-se mostrado de grande importância na biomecânica e cinética do resto do dorso. Frente a um equino que sofre de dorsalgia, o médico veterinário deve elaborar uma estratégia que permita, dentro de um problema locomotor, isolar a parte de sofrimento dorsal. Os sinais clínicos observados, geralmente subjectivos e a falta de conhecimento sobre a maioria das patologias dificultam a avaliação destas causas de sofrimento. No entanto, o desenvolvimento e a melhoria das técnicas de imagiologia médica melhoram a precisão do diagnóstico sobre estruturas anatómicas cujo tamanho e acessibilidade não favorecem o exame clínico directo. Em seguida, a conduta terapêutica impõe, numa preocupação de eficácia, a associação e a complementaridade de técnicas médicas e paramédicas, como a fisioterapia. Deve ainda realçar-se o papel essencial que desempenham os exercícios de musculação na reabilitação e na prevenção de alterações dorsais. |
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| Autores principais: | Buisine, Marthe Ferreira |
| Assunto: | equinos dorsalgia performance fisioterapia terapia aquática equine horse back pain physical therapy aqua treadmill |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O dorso, frequentemente subestimado pelos donos e treinadores de equinos, é de importância capital no bom decorrer das suas actividades de eleição. Trata-se do conjunto das estruturas anatómicas músculo-esqueléticas das regiões cervical, torácica, lombar, sagrada e, por proximidade, sacroilíaca. Apesar de não convencional, a integração da região cervical no estudo das dorsalgias tem-se mostrado de grande importância na biomecânica e cinética do resto do dorso. Frente a um equino que sofre de dorsalgia, o médico veterinário deve elaborar uma estratégia que permita, dentro de um problema locomotor, isolar a parte de sofrimento dorsal. Os sinais clínicos observados, geralmente subjectivos e a falta de conhecimento sobre a maioria das patologias dificultam a avaliação destas causas de sofrimento. No entanto, o desenvolvimento e a melhoria das técnicas de imagiologia médica melhoram a precisão do diagnóstico sobre estruturas anatómicas cujo tamanho e acessibilidade não favorecem o exame clínico directo. Em seguida, a conduta terapêutica impõe, numa preocupação de eficácia, a associação e a complementaridade de técnicas médicas e paramédicas, como a fisioterapia. Deve ainda realçar-se o papel essencial que desempenham os exercícios de musculação na reabilitação e na prevenção de alterações dorsais. |
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