Publicação

Análise do primeiro semestre do Registo Nacional do Testamento Vital (RENTEV) : a perspetiva do Padre, do Médico e do Doente/Utente

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Com estatuto legal desde 1 de Julho de 2014, o Registo Nacional do Testamento Vital (RENTEV), que permite que um indivíduo predetermine os cuidados de saúde a que deseja, ou não, ser submetido, em caso de incapacidade física e/ou mental, padece de uma avaliação criteriosa do seu impacto na sociedade portuguesa, nos seus primeiros meses de existência. Através de um estudo englobando 366 indivíduos (dos quais 33 Padres, 157 Médicos/Estudantes de Medicina e 176 Doentes/Utentes), pretende-se colmatar parte deste defeito e assim oferecer ferramentas que permitam aumentar o uso do Testamento Vital em Portugal. Criou-se um questionário distinto para cada grupo, tendo os mesmos sido divulgados por e-mail, administrados de forma online, anónima, durante três meses. A análise estatística foi realizada com o programa STATA 13.0. Conclui-se que o número de registos efetuados neste primeiro semestre de RENTEV foi inferior ao esperado. Apesar de 69,67% dos indivíduos inquiridos terem respondido que já tinham conhecimento da existência do RENTEV, 63,11% classificaram este conhecimento como “insuficiente”. A forma que parece ser a mais profícua para o esclarecimento e aumento da adesão ao preenchimento de uma Diretiva Antecipada de Vontade é a combinação de programas televisivos/panfletos com uma consulta mais interativa com o Médico de Família/Assistente.
Autores principais:Rio, Maria Madalena Ponte Peças Leite
Assunto:Testamento vital Ética odontológica
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Com estatuto legal desde 1 de Julho de 2014, o Registo Nacional do Testamento Vital (RENTEV), que permite que um indivíduo predetermine os cuidados de saúde a que deseja, ou não, ser submetido, em caso de incapacidade física e/ou mental, padece de uma avaliação criteriosa do seu impacto na sociedade portuguesa, nos seus primeiros meses de existência. Através de um estudo englobando 366 indivíduos (dos quais 33 Padres, 157 Médicos/Estudantes de Medicina e 176 Doentes/Utentes), pretende-se colmatar parte deste defeito e assim oferecer ferramentas que permitam aumentar o uso do Testamento Vital em Portugal. Criou-se um questionário distinto para cada grupo, tendo os mesmos sido divulgados por e-mail, administrados de forma online, anónima, durante três meses. A análise estatística foi realizada com o programa STATA 13.0. Conclui-se que o número de registos efetuados neste primeiro semestre de RENTEV foi inferior ao esperado. Apesar de 69,67% dos indivíduos inquiridos terem respondido que já tinham conhecimento da existência do RENTEV, 63,11% classificaram este conhecimento como “insuficiente”. A forma que parece ser a mais profícua para o esclarecimento e aumento da adesão ao preenchimento de uma Diretiva Antecipada de Vontade é a combinação de programas televisivos/panfletos com uma consulta mais interativa com o Médico de Família/Assistente.