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Políticas e práticas de formação em grandes empresas : situação actual e perspectivas futuras

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Partindo do conhecimento das motivações e limites da intervenção das grandes empresas na formação dos seus trabalhadores, este estudo visa traçar uma perspectiva da situação da formação nas grandes empresas e dar um contributo crítico para a compreensão das lógicas subjacentes às suas políticas e práticas de formação. Sendo as empresas tidas como um dos principais instrumentos do crescimento económico e da empregabilidade, importa conhecer o seu envolvimento na formação profissional e o valor que lhe atribuem. Parte-se do princípio de que as situações de formação nas empresas vão para além da formação formal e que há que investigar a acção de outros departamentos, nomeadamente as práticas de organização do trabalho, para além da acção dos departamentos de recursos humanos e da formação, para chegar às diferentes práticas e lógicas de formação. A investigação qualitativa iniciou-se com um estudo exploratório composto de 26 entrevistas a directores de recursos humanos de grandes empresas em Portugal, ao que se seguiu uma fase de aprofundamento no sentido de compreender as políticas e práticas de formação dos trabalhadores a partir de 3 estudos de caso em empresas multinacionais. Da análise dos resultados é possível identificar lógicas de concepção de políticas e práticas de formação que vão desde um modelo de formação tradicional e utilitarista, a um modelo de formação estratégica e orientada para a resolução de problemas, até um modelo de formação orientada para o desenvolvimento pessoal e social dos trabalhadores.
Autores principais:Bernardes, Alda
Assunto:Formação de adultos Formação na empresa Estratégias de formação Desenvolvimento pessoal Teses de doutoramento - 2011
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:tese de doutoramento
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Partindo do conhecimento das motivações e limites da intervenção das grandes empresas na formação dos seus trabalhadores, este estudo visa traçar uma perspectiva da situação da formação nas grandes empresas e dar um contributo crítico para a compreensão das lógicas subjacentes às suas políticas e práticas de formação. Sendo as empresas tidas como um dos principais instrumentos do crescimento económico e da empregabilidade, importa conhecer o seu envolvimento na formação profissional e o valor que lhe atribuem. Parte-se do princípio de que as situações de formação nas empresas vão para além da formação formal e que há que investigar a acção de outros departamentos, nomeadamente as práticas de organização do trabalho, para além da acção dos departamentos de recursos humanos e da formação, para chegar às diferentes práticas e lógicas de formação. A investigação qualitativa iniciou-se com um estudo exploratório composto de 26 entrevistas a directores de recursos humanos de grandes empresas em Portugal, ao que se seguiu uma fase de aprofundamento no sentido de compreender as políticas e práticas de formação dos trabalhadores a partir de 3 estudos de caso em empresas multinacionais. Da análise dos resultados é possível identificar lógicas de concepção de políticas e práticas de formação que vão desde um modelo de formação tradicional e utilitarista, a um modelo de formação estratégica e orientada para a resolução de problemas, até um modelo de formação orientada para o desenvolvimento pessoal e social dos trabalhadores.