Publicação
Roça Água-Izé
| Resumo: | A narrativa formal e funcional do território de São Tomé e Príncipe encontra-se, actualmente, numa desconexão acentuada da sua génese. As camadas urbanas e edificadas surgem consequentemente no território numa prática orgânica e indefinida, em oposição à assertividade formal imposta no assentamento urbano inicial da cidade, no século XVI. Terá sido, deste modo, provocada a descaracterização urbana do lugar. A coexistência do traçado, formal e informal, condenou à roça Água-Izé a presente indefinição e descaracterização urbana no território, outrora conquistada e estabelecida. A sua requalificação e reinserção no lugar provem da análise das problemáticas formais e funcionais do património em estudo, assim como, na inserção das correspondentes soluções. A regeneração desta roça, em termos teóricos, será estabelecida através de um fio condutor abrangente aos conceitos da história e da memória. Será assente nesta base científica que consistirá a formalização do objecto projectual, apresentado num carácter proeminente no território. Projectualmente, através da revitalização da estrutura pré-existente, da proposta de novos traçados urbanos e uma rede hierarquizada de espaços públicos, a roça Água-Izé adquirirá uma nova ocupação perante o território de São Tomé. |
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| Autores principais: | Courela, Joana Rita Gil |
| Assunto: | São Tomé e Príncipe História Memória Património Habitação informal History Memory Heritage Informal housing |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A narrativa formal e funcional do território de São Tomé e Príncipe encontra-se, actualmente, numa desconexão acentuada da sua génese. As camadas urbanas e edificadas surgem consequentemente no território numa prática orgânica e indefinida, em oposição à assertividade formal imposta no assentamento urbano inicial da cidade, no século XVI. Terá sido, deste modo, provocada a descaracterização urbana do lugar. A coexistência do traçado, formal e informal, condenou à roça Água-Izé a presente indefinição e descaracterização urbana no território, outrora conquistada e estabelecida. A sua requalificação e reinserção no lugar provem da análise das problemáticas formais e funcionais do património em estudo, assim como, na inserção das correspondentes soluções. A regeneração desta roça, em termos teóricos, será estabelecida através de um fio condutor abrangente aos conceitos da história e da memória. Será assente nesta base científica que consistirá a formalização do objecto projectual, apresentado num carácter proeminente no território. Projectualmente, através da revitalização da estrutura pré-existente, da proposta de novos traçados urbanos e uma rede hierarquizada de espaços públicos, a roça Água-Izé adquirirá uma nova ocupação perante o território de São Tomé. |
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