Publicação

Feminização da profissão Gestor de Informação nas autarquias locais

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Texto síntese, que permite contextualizar e melhor entender os resultados do estudo de Ana Lúcia Filipe acerca de "Os Gestores de Informação nos arquivos municipais de Portugal" (Lisboa: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2021), tendo por base uma amostra, designadamente 80 municípios na ‘região’ entre os rios Tejo e Mondego, incluindo a Região de Coimbra. Em consonância com os dados gerais relativos à Administração Pública, os profissionais da informação do sexo feminino, que exercem funções nos arquivos municipais (282), ultrapassam o dobro dos do sexo masculino (126), evidenciando-se a feminização da profissão. Em 40 arquivos, os profissionais da informação do sexo feminino assumem o ‘lugar’ de responsável, enquanto 27 do sexo masculino ocupam esse ‘cargo’, nem sempre acompanhando o acréscimo de responsabilidade um aumento remuneratório. Os outros 13 municípios não têm arquivo municipal ou não têm recursos humanos afetos ao mesmo, situação que efetivamente conduz ao mesmo resultado.
Autores principais:Silva, Carlos Guardado da, 1971-
Assunto:Feminização da profissão Profissional da informação Arquivo Municipal
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Texto síntese, que permite contextualizar e melhor entender os resultados do estudo de Ana Lúcia Filipe acerca de "Os Gestores de Informação nos arquivos municipais de Portugal" (Lisboa: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2021), tendo por base uma amostra, designadamente 80 municípios na ‘região’ entre os rios Tejo e Mondego, incluindo a Região de Coimbra. Em consonância com os dados gerais relativos à Administração Pública, os profissionais da informação do sexo feminino, que exercem funções nos arquivos municipais (282), ultrapassam o dobro dos do sexo masculino (126), evidenciando-se a feminização da profissão. Em 40 arquivos, os profissionais da informação do sexo feminino assumem o ‘lugar’ de responsável, enquanto 27 do sexo masculino ocupam esse ‘cargo’, nem sempre acompanhando o acréscimo de responsabilidade um aumento remuneratório. Os outros 13 municípios não têm arquivo municipal ou não têm recursos humanos afetos ao mesmo, situação que efetivamente conduz ao mesmo resultado.