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As bases da maturidade vocacional : adaptação da Escala de Desenvolvimento Vocacional na Infância

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente dissertação insere-se no âmbito do estudo do desenvolvimento vocacional na infância, tendo tido como fundamentação o modelo teórico das bases de maturidade de carreira de Super (1990) que inclui nove dimensões (curiosidade, exploração, informação, modelos, interesses, locus de controlo, perspectiva temporal, auto-conceito e planeamento). O objectivo geral do estudo foi adaptar para português a versão americana do Childhood Career Development Scale de Schultheiss e Stead (2004); bem como analisar a relação entre as diferentes sub-escalas e variáveis tais como o sexo, o ano de escolaridade, a comunicação familiar e o interesse por modelos de referência. Neste estudo participaram 225 alunos do 4º e do 6º ano de escolaridade de três estabelecimentos. Foram aplicados os seguintes instrumentos: a Escala de Desenvolvimento Vocacional na Infância (EDVI) e o Questionário de Dados Vocacionais (QDV). A análise em componentes principais indicou a presença de oito componentes com níveis de consistência interna adequados (oito das nove dimensões do modelo de Super). A análise das relações entre os níveis de desenvolvimento vocacional e outras variáveis mostraram que não existem diferenças significativas entre sexo; os alunos do 4º ano têm níveis de desenvolvimento mais elevados do que os alunos do 6º ano em duas sub-escalas; os participantes que não conversam com a família sobre as profissões apresentam níveis mais baixos de desenvolvimento vocacional em comparação com aqueles que falam com um ou mais familiares; e não é o facto de um indivíduo ter ou não um modelo de referência que se relaciona com os níveis de desenvolvimento vocacional mas sim o tipo de modelo e as razões pelas quais o indivíduo considera esse modelo como referência.
Autores principais:Ramos, Ana Rita Canêlhas dos
Assunto:Desenvolvimento vocacional Maturidade vocacional Escalas de avaliação Teses de mestrado - 2012
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente dissertação insere-se no âmbito do estudo do desenvolvimento vocacional na infância, tendo tido como fundamentação o modelo teórico das bases de maturidade de carreira de Super (1990) que inclui nove dimensões (curiosidade, exploração, informação, modelos, interesses, locus de controlo, perspectiva temporal, auto-conceito e planeamento). O objectivo geral do estudo foi adaptar para português a versão americana do Childhood Career Development Scale de Schultheiss e Stead (2004); bem como analisar a relação entre as diferentes sub-escalas e variáveis tais como o sexo, o ano de escolaridade, a comunicação familiar e o interesse por modelos de referência. Neste estudo participaram 225 alunos do 4º e do 6º ano de escolaridade de três estabelecimentos. Foram aplicados os seguintes instrumentos: a Escala de Desenvolvimento Vocacional na Infância (EDVI) e o Questionário de Dados Vocacionais (QDV). A análise em componentes principais indicou a presença de oito componentes com níveis de consistência interna adequados (oito das nove dimensões do modelo de Super). A análise das relações entre os níveis de desenvolvimento vocacional e outras variáveis mostraram que não existem diferenças significativas entre sexo; os alunos do 4º ano têm níveis de desenvolvimento mais elevados do que os alunos do 6º ano em duas sub-escalas; os participantes que não conversam com a família sobre as profissões apresentam níveis mais baixos de desenvolvimento vocacional em comparação com aqueles que falam com um ou mais familiares; e não é o facto de um indivíduo ter ou não um modelo de referência que se relaciona com os níveis de desenvolvimento vocacional mas sim o tipo de modelo e as razões pelas quais o indivíduo considera esse modelo como referência.