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Avaliação do desempenho energético de edifícios da administração central

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O sector dos edifícios é um dos principais consumidores de energia na União Europeia, apresentando grandes potencialidades em termos de poupanças energéticas. A União Europeia em conjunto com os estados membros tem promovido políticas de eficiência energética de forma a reduzir esse consumo de energia. Estas políticas em Portugal têm incidido em edifícios pertencentes ao estado que financia a maior parte dos investimentos em medidas de eficiência energéticas aplicadas aos seus edifícios. No presente trabalho pretende-se analisar um conjunto de edifícios pertencentes à administração central do estado português através de índices de consumo de energia e das potenciais poupanças energéticas de cada um desses edifícios procurando saber quais são os edifícios que mais beneficiam em termos de poupança de energia da aplicação de medidas de eficiência energética. A utilização dos índices de consumo de energia por tipologia de edifício revelou que o índice de consumo de energia por área de pavimento de edifício possui algumas limitações pois tem em conta toda a área de pavimento do edifício e não apenas as áreas onde efectivamente ocorre consumo de energia enquanto através do índice de consumo de energia por ocupante se verificou que a maioria dos edifícios possui consumos de energia por ocupante superiores ao de um edifício típico. As potenciais poupanças estimadas de energia são maiores em edifícios de construção antigos mas devem ser analisadas caso a caso. O cruzamento dos índices de consumo de energia por ocupante com as potenciais poupanças estimadas de energia permite visualizar a influência que o comportamento dos ocupantes do edifício tem no seu consumo de energia. Esta observação é notória nos edifícios após as medidas de eficiência energética pois continuam a apresentar, na maior parte dos casos, valores de índice de consumo de energia por ocupante superior ao de um edifício típico da sua tipologia.
Autores principais:Fernandes, Henrique Manuel do Carmo Ferreira
Assunto:Eficiência energética Avaliação energética Poupanças Teses de mestrado - 2017
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O sector dos edifícios é um dos principais consumidores de energia na União Europeia, apresentando grandes potencialidades em termos de poupanças energéticas. A União Europeia em conjunto com os estados membros tem promovido políticas de eficiência energética de forma a reduzir esse consumo de energia. Estas políticas em Portugal têm incidido em edifícios pertencentes ao estado que financia a maior parte dos investimentos em medidas de eficiência energéticas aplicadas aos seus edifícios. No presente trabalho pretende-se analisar um conjunto de edifícios pertencentes à administração central do estado português através de índices de consumo de energia e das potenciais poupanças energéticas de cada um desses edifícios procurando saber quais são os edifícios que mais beneficiam em termos de poupança de energia da aplicação de medidas de eficiência energética. A utilização dos índices de consumo de energia por tipologia de edifício revelou que o índice de consumo de energia por área de pavimento de edifício possui algumas limitações pois tem em conta toda a área de pavimento do edifício e não apenas as áreas onde efectivamente ocorre consumo de energia enquanto através do índice de consumo de energia por ocupante se verificou que a maioria dos edifícios possui consumos de energia por ocupante superiores ao de um edifício típico. As potenciais poupanças estimadas de energia são maiores em edifícios de construção antigos mas devem ser analisadas caso a caso. O cruzamento dos índices de consumo de energia por ocupante com as potenciais poupanças estimadas de energia permite visualizar a influência que o comportamento dos ocupantes do edifício tem no seu consumo de energia. Esta observação é notória nos edifícios após as medidas de eficiência energética pois continuam a apresentar, na maior parte dos casos, valores de índice de consumo de energia por ocupante superior ao de um edifício típico da sua tipologia.