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Artrite reumatoide : do diagnóstico à avaliação da eficácia da terapêutica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Artrite Reumatoide (AR) é a artrite inflamatória mais comum e está associada a incapacidade progressiva, complicações sistémicas, morte prematura e custos socioeconómicos. Embora a sua causa seja desconhecida, os avanços feitos na compreensão da patogénese da doença permitiram o desenvolvimento de fármacos com alvos específicos e melhores resultados. Sabe-se que a origem da doença assenta numa complexa interação entre fatores genéticos e fatores ambientais, em que a estimulação do sistema imunitário inato parece ser o fator iniciador. A passagem à doença clinicamente aparente ainda não está completamente esclarecida. O diagnóstico precoce é imprescindível para uma intervenção farmacológica precoce e individualizada e este tem sido facilitado com a descoberta de biomarcadores cada vez mais específicos e sensíveis. De entre estes, destacam-se os que, em fases iniciais da doença, se relacionam com a sua atividade e lesão articular, e que podem ajudar a identificar indivíduos que terão um curso da doença mais grave e progressivo. O tratamento farmacológico da AR pode ser realizado em monoterapia ou em combinação e inclui o uso de anti-inflamatórios não-esteroides, glucocorticoides e fármacos antirreumáticos modificadores da evolução da doença. O desenvolvimento de fármacos biológicos permitiu revolucionar o tratamento da AR. É essencial associar, à terapêutica farmacológica, medidas preventivas que permitam diminuir, ou mesmo evitar, o desenvolvimento de complicações associadas, quer à doença, quer à terapêutica farmacológica.
Autores principais:Martins, Leonor Pereira Paio e
Assunto:Artrite reumatoide Anticorpos Citrulinação Citocinas Biomarcadores DMARDs Mestrado Integrado - 2016
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A Artrite Reumatoide (AR) é a artrite inflamatória mais comum e está associada a incapacidade progressiva, complicações sistémicas, morte prematura e custos socioeconómicos. Embora a sua causa seja desconhecida, os avanços feitos na compreensão da patogénese da doença permitiram o desenvolvimento de fármacos com alvos específicos e melhores resultados. Sabe-se que a origem da doença assenta numa complexa interação entre fatores genéticos e fatores ambientais, em que a estimulação do sistema imunitário inato parece ser o fator iniciador. A passagem à doença clinicamente aparente ainda não está completamente esclarecida. O diagnóstico precoce é imprescindível para uma intervenção farmacológica precoce e individualizada e este tem sido facilitado com a descoberta de biomarcadores cada vez mais específicos e sensíveis. De entre estes, destacam-se os que, em fases iniciais da doença, se relacionam com a sua atividade e lesão articular, e que podem ajudar a identificar indivíduos que terão um curso da doença mais grave e progressivo. O tratamento farmacológico da AR pode ser realizado em monoterapia ou em combinação e inclui o uso de anti-inflamatórios não-esteroides, glucocorticoides e fármacos antirreumáticos modificadores da evolução da doença. O desenvolvimento de fármacos biológicos permitiu revolucionar o tratamento da AR. É essencial associar, à terapêutica farmacológica, medidas preventivas que permitam diminuir, ou mesmo evitar, o desenvolvimento de complicações associadas, quer à doença, quer à terapêutica farmacológica.