Publicação
Monitorização bioquímica da doença renal em doentes diabéticos
| Resumo: | O crescimento contínuo da diabetes mellitus na população mundial ao longo dos últimos anos, principalmente da diabetes tipo 2, levou ao aumento da prevalência das complicações associadas a esta patologia, nomeadamente a doença renal. Atualmente, a doença renal diabética é a variante de doença renal crónica mais prevalente a nível mundial e tornou-se a principal causa de insuficiência renal em estágio terminal. Estes e outros dados têm estimulado o desenvolvimento de vários estudos que visam não só compreender melhor a fisiopatologia da doença renal diabética, mas também identificar e validar marcadores de deteção precoce da doença que permitam a sua monitorização. Deste modo, seria possível detetar com antecedência os indivíduos com maior risco de desenvolver insuficiência renal crónica e aplicar estratégias e terapias capazes de evitar a progressão das lesões renais, de modo a melhorar a qualidade e a esperança de vida destes doentes. Tanto os marcadores mais clássicos e bem conhecidos, nomeadamente a albumina urinária e a taxa de filtração glomerular, como novas moléculas que parecem ter um papel promissor na previsão da instalação e da progressão da doença renal, entre as quais se encontram algumas glicoproteínas, fatores de crescimento e micro-RNAs, têm sido alvo de estudo. Apesar de todos estes avanços, muitos dos biomarcadores recentemente identificados e que poderão vir a ser utilizados no contexto da doença renal diabética encontram-se ainda por validar, não estando totalmente esclarecido o seu papel, sendo necessário continuar o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido. |
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| Autores principais: | Fonseca, Ana Carolina Paiva |
| Assunto: | Albuminúria Biomarcadores renais Diabetes mellitus Doença renal Mestrado Integrado - 2015 Nefropatia diabética |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O crescimento contínuo da diabetes mellitus na população mundial ao longo dos últimos anos, principalmente da diabetes tipo 2, levou ao aumento da prevalência das complicações associadas a esta patologia, nomeadamente a doença renal. Atualmente, a doença renal diabética é a variante de doença renal crónica mais prevalente a nível mundial e tornou-se a principal causa de insuficiência renal em estágio terminal. Estes e outros dados têm estimulado o desenvolvimento de vários estudos que visam não só compreender melhor a fisiopatologia da doença renal diabética, mas também identificar e validar marcadores de deteção precoce da doença que permitam a sua monitorização. Deste modo, seria possível detetar com antecedência os indivíduos com maior risco de desenvolver insuficiência renal crónica e aplicar estratégias e terapias capazes de evitar a progressão das lesões renais, de modo a melhorar a qualidade e a esperança de vida destes doentes. Tanto os marcadores mais clássicos e bem conhecidos, nomeadamente a albumina urinária e a taxa de filtração glomerular, como novas moléculas que parecem ter um papel promissor na previsão da instalação e da progressão da doença renal, entre as quais se encontram algumas glicoproteínas, fatores de crescimento e micro-RNAs, têm sido alvo de estudo. Apesar de todos estes avanços, muitos dos biomarcadores recentemente identificados e que poderão vir a ser utilizados no contexto da doença renal diabética encontram-se ainda por validar, não estando totalmente esclarecido o seu papel, sendo necessário continuar o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido. |
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