Publicação
Alemanha e China : estudo comparativo da evolução económica (1980-2011) e análise das relações bilaterais de comércio e IDE
| Resumo: | A economia mundial está em mutação, tendência resultante das dinâmicas impostas pela globalização que transformou um mundo bipolar em multipolar, onde emergem agora novos protagonistas e novas parcerias estratégicas. Neste enquadramento, a dissertação compara as evoluções económicas da Alemanha e da China entre 1980 e 2011 e analisa as relações bilaterais sino-alemãs de comércio e IDE, procedendo: (i) à revisão teórica dos conceitos de crescimento económico, convergência, globalização, relações económicas internacionais e competitividade; e (ii) à análise de indicadores, entre os quais, macroeconómicos, setoriais, demográficos, competitividade, comércio e IDE. A capacidade de adaptação às exigências da globalização e os fatores competitivos nacionais são a base do sucesso destas performances. Com diferentes maturidades económicas, a Alemanha (gigante histórico) e a China (gigante emergente) estão entre as maiores economias do mundo e partilham a apologia histórica da industrialização, a estabilidade macroeconómica, a liderança do comércio internacional e o estatuto de economias superavitárias. Distinguem-se, designadamente, pelos ritmos de crescimento, pela posição líquida de investimento no estrangeiro, pela política cambial, pela composição da procura interna e pelo perfil de comércio internacional. As relações bilaterais demonstram uma parceria estratégica no comércio e no IDE com lucros recíprocos, afigurando-se, contudo, novos desafios resultantes do surgimento de argumentos de concorrência mútua e da reconfiguração da economia mundial. O estudo assume particular interesse perante a ainda reduzida panóplia de análises comparativas entre as economias alemã e chinesa e face a possibilidade de outras economias retirarem lições destas experiências de crescimento e cooperação económica. |
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| Autores principais: | Silva, Ana Cristina Barbosa Gomes da |
| Assunto: | China Alemanha sino-alemãs convergência globalização crescimento económico competitividade comércio internacional IDE Germany Sino-German convergence globalization economic growth competitiveness international trade FDI |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A economia mundial está em mutação, tendência resultante das dinâmicas impostas pela globalização que transformou um mundo bipolar em multipolar, onde emergem agora novos protagonistas e novas parcerias estratégicas. Neste enquadramento, a dissertação compara as evoluções económicas da Alemanha e da China entre 1980 e 2011 e analisa as relações bilaterais sino-alemãs de comércio e IDE, procedendo: (i) à revisão teórica dos conceitos de crescimento económico, convergência, globalização, relações económicas internacionais e competitividade; e (ii) à análise de indicadores, entre os quais, macroeconómicos, setoriais, demográficos, competitividade, comércio e IDE. A capacidade de adaptação às exigências da globalização e os fatores competitivos nacionais são a base do sucesso destas performances. Com diferentes maturidades económicas, a Alemanha (gigante histórico) e a China (gigante emergente) estão entre as maiores economias do mundo e partilham a apologia histórica da industrialização, a estabilidade macroeconómica, a liderança do comércio internacional e o estatuto de economias superavitárias. Distinguem-se, designadamente, pelos ritmos de crescimento, pela posição líquida de investimento no estrangeiro, pela política cambial, pela composição da procura interna e pelo perfil de comércio internacional. As relações bilaterais demonstram uma parceria estratégica no comércio e no IDE com lucros recíprocos, afigurando-se, contudo, novos desafios resultantes do surgimento de argumentos de concorrência mútua e da reconfiguração da economia mundial. O estudo assume particular interesse perante a ainda reduzida panóplia de análises comparativas entre as economias alemã e chinesa e face a possibilidade de outras economias retirarem lições destas experiências de crescimento e cooperação económica. |
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