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Inimigos da Nação? : uma visão sobre dez anos de relações luso-alemãs (1916-1926)

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Resumo:Esta presente dissertação tenta dar luz às relações luso-alemãs num período abrangido por dez anos de governo da I República Portuguesa (1916-1926). Começaremos por um enfoque nas políticas restritivas das liberdades dos cidadãos alemães após a declaração de guerra por parte da Alemanha (Cap. 1) e o consequente êxodo de alemães residentes em território nacional, assim como o confisco dos seus bens através da criação de um organismo criado com esse propósito – a Intendência dos Bens dos Inimigos; Prosseguiremos com o período imediato ao final da guerra abordando os primeiros passos reconciliatórios entre Portugal e a Alemanha (Cap. 2) com especial menção para a imigração de nacionais deste último país para Angola; Terminaremos com uma última parte dedicada à evolução das relações luso-alemãs nos anos 20 (Cap. 3) apresentando exemplos de sucesso, assim como o contrário, na aproximação destes dois países, em especial para o complexo caso das reparações devidas a Portugal por haver participado na guerra.
Autores principais:Oliveira, Jorge
Assunto:Portugal - Relações externas - Alemanha - 1916-1926 Alemanha - Relações externas - Portugal - 1916-1926 Alemães - Portugal - 1916-1926 Portugal - Política e governo - 1916-1926 Guerra mundial (1914-1918) - Portugal Guerra mundial (1914-1918) - Reparações de guerra Teses de mestrado - 2018
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Esta presente dissertação tenta dar luz às relações luso-alemãs num período abrangido por dez anos de governo da I República Portuguesa (1916-1926). Começaremos por um enfoque nas políticas restritivas das liberdades dos cidadãos alemães após a declaração de guerra por parte da Alemanha (Cap. 1) e o consequente êxodo de alemães residentes em território nacional, assim como o confisco dos seus bens através da criação de um organismo criado com esse propósito – a Intendência dos Bens dos Inimigos; Prosseguiremos com o período imediato ao final da guerra abordando os primeiros passos reconciliatórios entre Portugal e a Alemanha (Cap. 2) com especial menção para a imigração de nacionais deste último país para Angola; Terminaremos com uma última parte dedicada à evolução das relações luso-alemãs nos anos 20 (Cap. 3) apresentando exemplos de sucesso, assim como o contrário, na aproximação destes dois países, em especial para o complexo caso das reparações devidas a Portugal por haver participado na guerra.