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Habitar a encosta

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A colina de Santana faz parte de uma das sete colinas históricas da cidade de Lisboa. Do seu passado rural, ao erguer dos conventos e palácios delineados por cercas e até aos diversos planos de expansão da cidade, esta colina sofreu uma apropriação bastante peculiar e marcada em Lisboa. Só se entende o seu presente, percebendo como ocorreram as diferentes formas de construção do seu tecido urbano, através das suas principais características topográficas, as suas linhas de vale, de cumeada e as encostas, apropriadas primariamente aos diversos usos e costumes da cidade, emergindo assim nomes como “Corredoura”, “Carreira dos Cavalos” ou “Campo do Curral”. Esta colina teve sempre um papel importante na cidade de Lisboa, desde caminho de entrada na mesma, a local religioso e até a importante centro hospitalar. É local de vários espaços de convivência e de grandes eixos viários. Foi pioneira em novos métodos de mobilidade, de hábitos sociais e de planos de expansão no centro de Lisboa. Contudo, o seu crescimento preservou sítios únicos e interessantes, que hoje se apresentam como verdadeiros espaços regeneradores do centro histórico da cidade. Um desses espaços localiza-se na encosta poente da colina de Santana e através do conhecimento das suas origens, memórias e características, ocorre a necessidade de criar uma proposta urbana e arquitetónica que requalifique e integre este espaço com a cidade, acompanhado de uma forte vivência e uso, preservando e restaurando a sua memória, mantendo sempre uma constante relação com a sua envolvente, para que se assuma no desenvolvimento da imagem da colina e da cidade.
Autores principais:Serradas, Leonardo Lopes
Assunto:Colina de Santana Encostas Espaços expectantes Integração urbana Centro criativo Santana hill Slopes Expectant spaces Urban integration Criatives spaces
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A colina de Santana faz parte de uma das sete colinas históricas da cidade de Lisboa. Do seu passado rural, ao erguer dos conventos e palácios delineados por cercas e até aos diversos planos de expansão da cidade, esta colina sofreu uma apropriação bastante peculiar e marcada em Lisboa. Só se entende o seu presente, percebendo como ocorreram as diferentes formas de construção do seu tecido urbano, através das suas principais características topográficas, as suas linhas de vale, de cumeada e as encostas, apropriadas primariamente aos diversos usos e costumes da cidade, emergindo assim nomes como “Corredoura”, “Carreira dos Cavalos” ou “Campo do Curral”. Esta colina teve sempre um papel importante na cidade de Lisboa, desde caminho de entrada na mesma, a local religioso e até a importante centro hospitalar. É local de vários espaços de convivência e de grandes eixos viários. Foi pioneira em novos métodos de mobilidade, de hábitos sociais e de planos de expansão no centro de Lisboa. Contudo, o seu crescimento preservou sítios únicos e interessantes, que hoje se apresentam como verdadeiros espaços regeneradores do centro histórico da cidade. Um desses espaços localiza-se na encosta poente da colina de Santana e através do conhecimento das suas origens, memórias e características, ocorre a necessidade de criar uma proposta urbana e arquitetónica que requalifique e integre este espaço com a cidade, acompanhado de uma forte vivência e uso, preservando e restaurando a sua memória, mantendo sempre uma constante relação com a sua envolvente, para que se assuma no desenvolvimento da imagem da colina e da cidade.