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Esclerites : quando a oftalmologia é a porta para uma doença sistémica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A esclerite é uma doença rara. A extensão deste processo inflamatório, envolvendo os tecidos adjacentes, origina complicações tais como: queratite, uveíte, glaucoma, cataratas, diminuição da acuidade visual, entre outras. Esta patologia pode surgir isolada ou como parte de uma doença sistémica. As doenças que mais frequentemente se lhe associam são doenças de tipo autoimune sistémicas. A sua fisiopatologia é complexa, não estando totalmente compreendida, pensando-se que resulta de uma desregulação autoimune. O principal mecanismo envolvido é a inflamação dos vasos que irrigam a esclerótica. A terapêutica consiste na utilização de agentes sistémicos que reduzam o processo inflamatório: anti-inflamatórios não esteroides, corticosteroides, imunossupressores e agentes biológicos.
Autores principais:Mira, Sara Lourenço Côrte-Real
Assunto:Esclerite Oftalmologia
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A esclerite é uma doença rara. A extensão deste processo inflamatório, envolvendo os tecidos adjacentes, origina complicações tais como: queratite, uveíte, glaucoma, cataratas, diminuição da acuidade visual, entre outras. Esta patologia pode surgir isolada ou como parte de uma doença sistémica. As doenças que mais frequentemente se lhe associam são doenças de tipo autoimune sistémicas. A sua fisiopatologia é complexa, não estando totalmente compreendida, pensando-se que resulta de uma desregulação autoimune. O principal mecanismo envolvido é a inflamação dos vasos que irrigam a esclerótica. A terapêutica consiste na utilização de agentes sistémicos que reduzam o processo inflamatório: anti-inflamatórios não esteroides, corticosteroides, imunossupressores e agentes biológicos.