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Comunidade, uma forma de pensar a cidade

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O aparecimento recente de diversos sistemas de partilha e comunidade tem sido transversal a toda a sociedade Ocidental. A arquitectura não é excepção. Movimentos como o Cohousing, Coworking e Codesigning têm vindo a cativar indivíduos e a ganhar notoriedade nas cidades actuais. Em Lisboa são vários os exemplos de espaços Coworking, como o Lx Factory, e de iniciativas participativas como o programa BIP/ZIP. Contudo, estes movimentos ainda não foram absorvidos pelo universo académico. Através do estudo da evolução da sociedade pós-industrial compreendeu-se o actual interesse pela comunidade e de que modo esse interesse se manifesta. Paralelamente avaliou-se a evolução das cidades de acordo com a maior ou menor presença de comunidades bem como as consequências na vida urbana. O estudo de alguns exemplos históricos de habitação comunitária, enquanto testes para o Cohousing, Coworking e Codesigning, permitiu um melhor enquadramento destes no contexto actual. O estudo mais detalhado de cada um destes conceitos revelou a sua potencialidade para a recuperação de vivências urbanas à escala local, para a reformulação do espaço público e para a reconciliação entre trechos da cidade consolidada e a sociedade actual. Finalmente, com base nas conclusões anteriores, apresenta-se uma projeção de uma possível aplicação de complexos Cohousing e Coworking na Graça, em Lisboa. Mostra-se assim de que modo é possível actualizar antigas estruturas urbanas – como as Vilas Operárias – para modos de vida contemporâneos, conservando estas estruturas e mantendo as vivências de bairro da capital
Autores principais:Rodrigues, Romeu Miguel Zagalo
Assunto:Lisboa Reabilitação Cohousing Codesigning Coworking
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O aparecimento recente de diversos sistemas de partilha e comunidade tem sido transversal a toda a sociedade Ocidental. A arquitectura não é excepção. Movimentos como o Cohousing, Coworking e Codesigning têm vindo a cativar indivíduos e a ganhar notoriedade nas cidades actuais. Em Lisboa são vários os exemplos de espaços Coworking, como o Lx Factory, e de iniciativas participativas como o programa BIP/ZIP. Contudo, estes movimentos ainda não foram absorvidos pelo universo académico. Através do estudo da evolução da sociedade pós-industrial compreendeu-se o actual interesse pela comunidade e de que modo esse interesse se manifesta. Paralelamente avaliou-se a evolução das cidades de acordo com a maior ou menor presença de comunidades bem como as consequências na vida urbana. O estudo de alguns exemplos históricos de habitação comunitária, enquanto testes para o Cohousing, Coworking e Codesigning, permitiu um melhor enquadramento destes no contexto actual. O estudo mais detalhado de cada um destes conceitos revelou a sua potencialidade para a recuperação de vivências urbanas à escala local, para a reformulação do espaço público e para a reconciliação entre trechos da cidade consolidada e a sociedade actual. Finalmente, com base nas conclusões anteriores, apresenta-se uma projeção de uma possível aplicação de complexos Cohousing e Coworking na Graça, em Lisboa. Mostra-se assim de que modo é possível actualizar antigas estruturas urbanas – como as Vilas Operárias – para modos de vida contemporâneos, conservando estas estruturas e mantendo as vivências de bairro da capital