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Sentir a educação no mundo rural : conhecer para intervir
| Resumo: | Num mundo globalizado e cada vez mais urbano, urge pensar o futuro numa perspectiva de desenvolvimento sustentável, sendo por isso hora de parar e repensar o local, especialmente o rural e, mais do que perceber os efeitos das políticas adoptadas, importa (re)pensar estratégias que conduzam estes locais no caminho para o desenvolvimento glocal. Para que tal aconteça o processo necessita de ser cada vez mais endógeno para ser reconhecido e, posteriormente, apoiado de forma externa. Neste processo, o potencial humano pode ser uma das maiores forças para contrariar a constante desertificação e procura pelo litoral mas, para que isso aconteça, é importante que existam estratégias locais adequadas e contextualizadas, cujo impacto tem que dar aos habitantes locais motivos para quererem [continuar a] construir as suas vidas lá ou, mesmo, para criarem sinergias que atraiam outros públicos. Este trabalho consiste na criação de um projecto de ocupação de férias para jovens, entre os 12 e os 18 anos, levando-os a desenvolver competências de cidadania activa e a envolvê-los na construção da identidade do Concelho, sendo sempre partes activas do processo. |
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| Autores principais: | Figueiredo, Fátima Patrícia Amaral, 1986- |
| Assunto: | Cidadania Activismo social Educação não formal Ocupação de tempos livres - Jovens Trabalhos de projecto de mestrado - 2011 |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Num mundo globalizado e cada vez mais urbano, urge pensar o futuro numa perspectiva de desenvolvimento sustentável, sendo por isso hora de parar e repensar o local, especialmente o rural e, mais do que perceber os efeitos das políticas adoptadas, importa (re)pensar estratégias que conduzam estes locais no caminho para o desenvolvimento glocal. Para que tal aconteça o processo necessita de ser cada vez mais endógeno para ser reconhecido e, posteriormente, apoiado de forma externa. Neste processo, o potencial humano pode ser uma das maiores forças para contrariar a constante desertificação e procura pelo litoral mas, para que isso aconteça, é importante que existam estratégias locais adequadas e contextualizadas, cujo impacto tem que dar aos habitantes locais motivos para quererem [continuar a] construir as suas vidas lá ou, mesmo, para criarem sinergias que atraiam outros públicos. Este trabalho consiste na criação de um projecto de ocupação de férias para jovens, entre os 12 e os 18 anos, levando-os a desenvolver competências de cidadania activa e a envolvê-los na construção da identidade do Concelho, sendo sempre partes activas do processo. |
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