Publicação

ISBE Newsletter nº 3: Em doentes graves infectados com SARS‐CoV‐2 a combinação lopinavir‐ritonavir não foi eficaz, mas parece ser possível esperar que ‐ em estudos futuros de maiores dimensões e duração ‐ estes agentes possam vir a demonstrar benefícios - Achados clínicos iniciais dos grupos infectados com SARS‐CoV‐2 na China

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:O objectivo da Newsletter do Instituto de Saúde Baseado na Evidência (ISBE) é a disponibilização de informação sobre áreas relevantes para a prática clínica, baseada na melhor evidência científica. São localizados estudos relevantes e de alta qualidade, criticamente avaliados pela sua validade, importância dos resultados e aplicabilidade prática e resumidos numa óptica de suporte à decisão clínica. É dada prioridade aos estudos de causalidade – revisões sistemáticas, ensaios clínicos, estudos de coorte prospectivos/retrospectivos, estudos seccionais cruzados e caso‐controlo – incluindo‐se ainda, quando justificado, estudos qualitativos considerados de elevada qualidade metodológica e importância clínica.
Autores principais:Rachadell, Juan
Outros Autores:Vareda, Raquel; Pinto, Fausto S.; Duarte, Rodrigo; Henriques, Susana Oliveira; Carneiro, António Vaz
Assunto:COVID-19 SARS-CoV-2 Terapêutica Lopinavir Ritonavir Portador assintomático Epidemiologia China
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O objectivo da Newsletter do Instituto de Saúde Baseado na Evidência (ISBE) é a disponibilização de informação sobre áreas relevantes para a prática clínica, baseada na melhor evidência científica. São localizados estudos relevantes e de alta qualidade, criticamente avaliados pela sua validade, importância dos resultados e aplicabilidade prática e resumidos numa óptica de suporte à decisão clínica. É dada prioridade aos estudos de causalidade – revisões sistemáticas, ensaios clínicos, estudos de coorte prospectivos/retrospectivos, estudos seccionais cruzados e caso‐controlo – incluindo‐se ainda, quando justificado, estudos qualitativos considerados de elevada qualidade metodológica e importância clínica.