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A economia social e o fomento da empregabilidade no contexto das redes regionais para o emprego

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Promover a coesão social e económica e uma cultura de participação cívica são atribuições normalmente reconhecidas à Economia Social. Estas organizações, pela sua proximidade física e relacional, característica estrutural do modo como interagem com a envolvente, poderão ter um papel preponderante na eliminação das diferentes formas de exclusão social, estimulando a criação de emprego e melhorando as condições de empregabilidade. As actuais exigências do mercado de trabalho, nomeadamente a flexibilidade associada a um nível elevado e diversificado de competências exigem uma nova capacidade de adaptação dos indivíduos e das organizações. Para os indivíduos essa capacidade traduz-se na manutenção e enriquecimento contínuo da actividade e mudar de emprego, isto é, ser empregável. A constituição das Redes Regionais para o Emprego que visam promover a intervenção concertada no sentido de resolver problemas de emprego e qualificação, com base numa melhor articulação dos recursos disponíveis ao nível local, vem conferir novas oportunidades às organizações da Economia Social. Observar se de facto estas organizações têm tido uma actuação decisiva na promoção da empregabilidade, no contexto da Redes Regionais para o Emprego é o principal objectivo do presente trabalho. Para o efeito, utilizaram-se os resultados do Inquérito às Iniciativas em Parceria de Desenvolvimento Territorial bem como informação qualitativa obtida através de interlocutores privilegiados. Os resultados apurados permitem concluir que o método preconizado, ainda não está devidamente consolidado. Por outro lado, as organizações da Economia Social continuam a apresentar debilidades estruturais que inviabilizam a concretização de algumas das suas atribuições.
Autores principais:Fernandes, Ana Paula Martinho
Assunto:economia social empregabilidade grupos desfavorecidos face ao emprego qualificação formação profissional Redes Regionais para o Emprego Social Economy employable conditions underprivileged groups towards employment qualification professional training Regional Networks for Employment
Ano:2002
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Promover a coesão social e económica e uma cultura de participação cívica são atribuições normalmente reconhecidas à Economia Social. Estas organizações, pela sua proximidade física e relacional, característica estrutural do modo como interagem com a envolvente, poderão ter um papel preponderante na eliminação das diferentes formas de exclusão social, estimulando a criação de emprego e melhorando as condições de empregabilidade. As actuais exigências do mercado de trabalho, nomeadamente a flexibilidade associada a um nível elevado e diversificado de competências exigem uma nova capacidade de adaptação dos indivíduos e das organizações. Para os indivíduos essa capacidade traduz-se na manutenção e enriquecimento contínuo da actividade e mudar de emprego, isto é, ser empregável. A constituição das Redes Regionais para o Emprego que visam promover a intervenção concertada no sentido de resolver problemas de emprego e qualificação, com base numa melhor articulação dos recursos disponíveis ao nível local, vem conferir novas oportunidades às organizações da Economia Social. Observar se de facto estas organizações têm tido uma actuação decisiva na promoção da empregabilidade, no contexto da Redes Regionais para o Emprego é o principal objectivo do presente trabalho. Para o efeito, utilizaram-se os resultados do Inquérito às Iniciativas em Parceria de Desenvolvimento Territorial bem como informação qualitativa obtida através de interlocutores privilegiados. Os resultados apurados permitem concluir que o método preconizado, ainda não está devidamente consolidado. Por outro lado, as organizações da Economia Social continuam a apresentar debilidades estruturais que inviabilizam a concretização de algumas das suas atribuições.