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A refinação e a distribuição dos produtos petrolíferos na Europa comunitária. Factores condicionantes das estratégias das "Majors".

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A crise petrolífera de 1973/1974 alterou por completo o panorâma da indústria petrolífera mundial. O embargo decretado pela O.P.E.P. e a consequente subida dos preços do crude, demonstraram que as economias ocidentais assentavam as suas estruturas numa energia barata e abundante. Com o segundo choque petrolífero - 1979 - os países ocidentais iniciaram medidas para fazerem diminuir a sua dependência de uma energia de que não dispunham o que fez baixar a procura de petróleo. Essas medidas - políticas de conservação de energia, procura de fontes energéticas alternativas, prospecção de crude noutros pontos de globo nomeadamente no Mar do Norte - juntamente com a volatilidade dos preços do crude, fizeram com que a indústria da refinação mundial e a da Europa Ocidental em particular inicia-se um processo de racionalização/reconversão para se adaptar às novas condicionantes de mercado. Mais recentemente a alteração nos padrões de consumo - produtos mais leves (gasolina GPL diesel etc) em detrimento de produtos mais pesados (fuelóleo, betumen, lubrificantes) -, a recessão económica dos anos noventa, restrições ambientais, redução nas taxas de natalidade entre outras, vieram acelerar não só o processo em curso como também « obrigaram » as companhias petrolíferas em geral e as Majors em particular, a alterarem as suas estratégias nos sectores da refinação e da distribuição.
Autores principais:Coelho, Luis Filipe da Costa Tôrres Capaz
Assunto:Petróleo Companhias Majors Estratégias Refinação Distribuição Petroleum Companies Majors Strategies Refining Distribution
Ano:1998
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A crise petrolífera de 1973/1974 alterou por completo o panorâma da indústria petrolífera mundial. O embargo decretado pela O.P.E.P. e a consequente subida dos preços do crude, demonstraram que as economias ocidentais assentavam as suas estruturas numa energia barata e abundante. Com o segundo choque petrolífero - 1979 - os países ocidentais iniciaram medidas para fazerem diminuir a sua dependência de uma energia de que não dispunham o que fez baixar a procura de petróleo. Essas medidas - políticas de conservação de energia, procura de fontes energéticas alternativas, prospecção de crude noutros pontos de globo nomeadamente no Mar do Norte - juntamente com a volatilidade dos preços do crude, fizeram com que a indústria da refinação mundial e a da Europa Ocidental em particular inicia-se um processo de racionalização/reconversão para se adaptar às novas condicionantes de mercado. Mais recentemente a alteração nos padrões de consumo - produtos mais leves (gasolina GPL diesel etc) em detrimento de produtos mais pesados (fuelóleo, betumen, lubrificantes) -, a recessão económica dos anos noventa, restrições ambientais, redução nas taxas de natalidade entre outras, vieram acelerar não só o processo em curso como também « obrigaram » as companhias petrolíferas em geral e as Majors em particular, a alterarem as suas estratégias nos sectores da refinação e da distribuição.