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Re - Imaginar a Margem
| Resumo: | O presente trabalho incide na procura e reflexão de uma nova cidade, olhando para um território fragmentado e adaptando as suas memórias às necessidades atuais da cidade, articulando assim uma conexão entre água, margem e meio urbano. Este território diz respeito a uma margem do rio Tejo, a Margem Sul situada no estuário do Tejo, e o foco faz-se sobre a extrema nascente da margem, a Margueira. Neste lugar encontra-se ao abandono um antigo aterro da indústria Naval, onde na sua arquitetura prevalecem os rasgos das docas e o pórtico vertical, tão característicos desse lugar, os quais serão também o impulso para um novo desenvolvimento e reaproveitamento desta margem. É necessário por isso, repensar a Margem Sul, não como foco principal das indústrias pesadas, que por vezes são deixadas ao abandono, e sim como uma zona ribeirinha que possa ser usufruída também pelas cidades, na dinamização de eventos e espaços de lazer para as populações. Incidindo na zona da Margueira, um lugar por si só desafiante e complexo, mas que contém muitas possibilidades para o desenvolvimento. Por esta razão, o novo desenho de estratégia da Margem Sul irá ser o ponto de partida para dar forma à imagem da Margueira. Numa segunda escala olhasse para a nascente da cidade de Almada, que se desconecta das possíveis interações e vivências entre cidade e a sua zona ribeirinha. O pormenor de detalhe arquitetónico na Margueira, como o clube naval, o Centro de Investigação Marítima, o Centro Cultural Interpretativo, a praia urbana, as termas e outras estruturas de apoio, surgem por fim para dar auxílio e desenvolvimento a este novo espaço à beira rio. |
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| Autores principais: | Martins, Carolina Vieira dos Santos |
| Assunto: | Margueira memória margem regeneração urbana espaço público memory riverbank urban regeneration public space |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O presente trabalho incide na procura e reflexão de uma nova cidade, olhando para um território fragmentado e adaptando as suas memórias às necessidades atuais da cidade, articulando assim uma conexão entre água, margem e meio urbano. Este território diz respeito a uma margem do rio Tejo, a Margem Sul situada no estuário do Tejo, e o foco faz-se sobre a extrema nascente da margem, a Margueira. Neste lugar encontra-se ao abandono um antigo aterro da indústria Naval, onde na sua arquitetura prevalecem os rasgos das docas e o pórtico vertical, tão característicos desse lugar, os quais serão também o impulso para um novo desenvolvimento e reaproveitamento desta margem. É necessário por isso, repensar a Margem Sul, não como foco principal das indústrias pesadas, que por vezes são deixadas ao abandono, e sim como uma zona ribeirinha que possa ser usufruída também pelas cidades, na dinamização de eventos e espaços de lazer para as populações. Incidindo na zona da Margueira, um lugar por si só desafiante e complexo, mas que contém muitas possibilidades para o desenvolvimento. Por esta razão, o novo desenho de estratégia da Margem Sul irá ser o ponto de partida para dar forma à imagem da Margueira. Numa segunda escala olhasse para a nascente da cidade de Almada, que se desconecta das possíveis interações e vivências entre cidade e a sua zona ribeirinha. O pormenor de detalhe arquitetónico na Margueira, como o clube naval, o Centro de Investigação Marítima, o Centro Cultural Interpretativo, a praia urbana, as termas e outras estruturas de apoio, surgem por fim para dar auxílio e desenvolvimento a este novo espaço à beira rio. |
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