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Agenesia de segundos pré-molares: associação com outras agenesias

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A agenésia dentária é uma patologia caracterizada pela ausência de um ou mais dentes, e está presente em cerca de 3 a 10% da população atual. A falta de dentes pode ter repercussões a nível estético e funcional. Esta patologia divide-se em três grupos: hipodontia (ausência de 1 a 5 dentes), oligodontia (ausência de mais de 6 dentes) e anodontia (ausência total de dentes). O número de dentes ausentes determina a severidade do problema. A sua origem deriva de várias mutações genéticas, nomeadamente dos genes MSX1, AXIN2e PAX9. O dente que mais frequentemente se apresenta congenitamente ausente é o terceiro molar, apesar de não ser considerado em todos os estudos. Assim, alguma literatura considera os incisivos laterais superiores e os segundos pré-molares inferiores como sendo os dentes mais frequentemente ausentes. Os casos mais comuns de hipodontia são a agenésia única ou de dois dentes bilateralmente. Existem registos na literatura que evidenciam a associação da agenésia dos segundos pré-molares inferiores com a agenésia de outros pré-molares e/ou com a agenésia de incisivos laterais superiores, em casos de ausências múltiplas. O diagnóstico desta patologia deve ser precoce e detalhado, através da observação clínica e de exames radiográficos, que permitam a uma equipa multidisciplinar a elaboração de um plano de tratamento completo que se adapte ao paciente e às suas condições socioeconómicas.
Autores principais:Martins, Rui Miguel Neto
Assunto:Saúde oral Hipodontia Teses de mestrado - 2018
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A agenésia dentária é uma patologia caracterizada pela ausência de um ou mais dentes, e está presente em cerca de 3 a 10% da população atual. A falta de dentes pode ter repercussões a nível estético e funcional. Esta patologia divide-se em três grupos: hipodontia (ausência de 1 a 5 dentes), oligodontia (ausência de mais de 6 dentes) e anodontia (ausência total de dentes). O número de dentes ausentes determina a severidade do problema. A sua origem deriva de várias mutações genéticas, nomeadamente dos genes MSX1, AXIN2e PAX9. O dente que mais frequentemente se apresenta congenitamente ausente é o terceiro molar, apesar de não ser considerado em todos os estudos. Assim, alguma literatura considera os incisivos laterais superiores e os segundos pré-molares inferiores como sendo os dentes mais frequentemente ausentes. Os casos mais comuns de hipodontia são a agenésia única ou de dois dentes bilateralmente. Existem registos na literatura que evidenciam a associação da agenésia dos segundos pré-molares inferiores com a agenésia de outros pré-molares e/ou com a agenésia de incisivos laterais superiores, em casos de ausências múltiplas. O diagnóstico desta patologia deve ser precoce e detalhado, através da observação clínica e de exames radiográficos, que permitam a uma equipa multidisciplinar a elaboração de um plano de tratamento completo que se adapte ao paciente e às suas condições socioeconómicas.