Publicação
Fibrilhação auricular paroxística no contexto de sépsis, numa unidade de cuidados intensivos : incidência e implicações prognósticas
| Resumo: | Background: A fibrilhação auricular paroxística é uma arritmia frequente no contexto do doente crítico e, em particular, em quadros sépticos. No entanto, são desconhecidos os preditores de risco para o desenvolvimento desta arritmia, assim como o seu impacto prognóstico nos pacientes. Métodos: Foi utilizada a base de dados do Serviço de Medicina Intensiva do Hospital de Santa Maria relativa aos anos de 2014 e 2015, selecionando-se a partir de codificação informática, os pacientes com diagnósticos relacionados com sépsis, sendo destes identificado um subgrupo com fibrilhação auricular paroxística, para a análise estatística. Resultados: A fibrilhação auricular paroxística foi positivamente associada a idade mais avançada e a índices de gravidade mais elevados. Não foi encontrada associação com aumento de mortalidade. Conclusões: A fibrilhação auricular paroxística é prevalente no contexto de quadros sépticos, estando associada a pacientes com quadros de maior gravidade. Mais estudos são necessários para determinar o valor prognóstico desta arritmia e o impacto que a terapêutica tem sobre o desfecho final. |
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| Autores principais: | Costeira, Ana Beatriz Ribeiro Pereira Arriscado |
| Assunto: | Sépsis Fibrilhação auricular UCI |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Background: A fibrilhação auricular paroxística é uma arritmia frequente no contexto do doente crítico e, em particular, em quadros sépticos. No entanto, são desconhecidos os preditores de risco para o desenvolvimento desta arritmia, assim como o seu impacto prognóstico nos pacientes. Métodos: Foi utilizada a base de dados do Serviço de Medicina Intensiva do Hospital de Santa Maria relativa aos anos de 2014 e 2015, selecionando-se a partir de codificação informática, os pacientes com diagnósticos relacionados com sépsis, sendo destes identificado um subgrupo com fibrilhação auricular paroxística, para a análise estatística. Resultados: A fibrilhação auricular paroxística foi positivamente associada a idade mais avançada e a índices de gravidade mais elevados. Não foi encontrada associação com aumento de mortalidade. Conclusões: A fibrilhação auricular paroxística é prevalente no contexto de quadros sépticos, estando associada a pacientes com quadros de maior gravidade. Mais estudos são necessários para determinar o valor prognóstico desta arritmia e o impacto que a terapêutica tem sobre o desfecho final. |
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