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Os desafios da "maioridade" da cláusula geral anti-abuso : análise estática e dinâmica do seu estado evolutivo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente estudo versa sobre a Cláusula Geral Anti-Abuso, enquanto limite e requisito do planeamento fiscal, procedendo-se à identificação e análise dos problemas suscitados na sua aplicação. No próximo ano, completa-se o décimo-oitavo aniversário desde a introdução no ordenamento jurídico-fiscal da (jovem) CGAA portuguesa. Assim, por se encontrar à beira de atingir a “maioridade” jurídica, são várias as questões merecem ser analisadas. Assim, à luz da análise evolutiva e dos resultados que vários ordenamentos jurídico-fiscais estrangeiros têm tido com as normas gerais anti-elisivas, propõe-se, não apenas fazer um balanço dos primeiros anos de existência da CGAA, mas uma exame que integre simultaneamente as perspetivas estática e dinâmica da CGAA, tendo não apenas por base os dados presentes, mas também as expetativas futuras de evolução deste instrumento. Não se pretende com este trabalho encontrar respostas definitivas para as questões colocadas. Contudo, avançam-se algumas reflexões sobre as mesmas com exemplos práticos de utilidade presente e futura, esperando alertar o legislador fiscal e os aplicadores do Direito para a necessidade de um recurso comedido e contextualizado a este instrumento.
Autores principais:Cardoso, Pedro Menezes
Assunto:Direito fiscal Planeamento fiscal Cláusula geral anti-abuso Teses de mestrado - 2016
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O presente estudo versa sobre a Cláusula Geral Anti-Abuso, enquanto limite e requisito do planeamento fiscal, procedendo-se à identificação e análise dos problemas suscitados na sua aplicação. No próximo ano, completa-se o décimo-oitavo aniversário desde a introdução no ordenamento jurídico-fiscal da (jovem) CGAA portuguesa. Assim, por se encontrar à beira de atingir a “maioridade” jurídica, são várias as questões merecem ser analisadas. Assim, à luz da análise evolutiva e dos resultados que vários ordenamentos jurídico-fiscais estrangeiros têm tido com as normas gerais anti-elisivas, propõe-se, não apenas fazer um balanço dos primeiros anos de existência da CGAA, mas uma exame que integre simultaneamente as perspetivas estática e dinâmica da CGAA, tendo não apenas por base os dados presentes, mas também as expetativas futuras de evolução deste instrumento. Não se pretende com este trabalho encontrar respostas definitivas para as questões colocadas. Contudo, avançam-se algumas reflexões sobre as mesmas com exemplos práticos de utilidade presente e futura, esperando alertar o legislador fiscal e os aplicadores do Direito para a necessidade de um recurso comedido e contextualizado a este instrumento.