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A resiliência e a sintomatologia psicopatológica numa amostra da população geral portuguesa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A resiliência é um processo dinâmico e multidimensional que permite ao individuo adaptar-se a situações de stress, mudança e adversidade, mantendo o adequado funcionamento físico e psicológico. O presente estudo teve como objectivo a análise da relação entre a resiliência e a sintomatologia psicopatológica, numa amostra da população geral portuguesa. Participaram neste estudo 296 indivíduos de nacionalidade portuguesa, de ambos os sexos e com idades compreendidas entre os 18 e os 83 anos. Os instrumentos utilizados foram: a Escala de Resiliência de Connor-Davidson – CD-RISC (Connor & Davidson, 2003) traduzida e adaptada para a população portuguesa por Faria-Anjos, Ribeiro e Ribeiro (2011); e o Inventário de Sintomas Psicopatológicos – BSI (Derogatis, 1982) traduzido e adaptado para a população portuguesa por Canavarro (1999). Os resultados sugerem que a presença de níveis elevados de resiliência está associada a níveis mais reduzidos de sintomatologia psicopatológica. Este estudo reforçou o papel da resiliência como factor protector e mediador do desenvolvimento de sintomatologia psicopatológica.
Autores principais:Almeida, Ricardo Filipe Geraldes
Assunto:Resiliência (Psicologia) Psicopatologia População portuguesa Teses de mestrado - 2016
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A resiliência é um processo dinâmico e multidimensional que permite ao individuo adaptar-se a situações de stress, mudança e adversidade, mantendo o adequado funcionamento físico e psicológico. O presente estudo teve como objectivo a análise da relação entre a resiliência e a sintomatologia psicopatológica, numa amostra da população geral portuguesa. Participaram neste estudo 296 indivíduos de nacionalidade portuguesa, de ambos os sexos e com idades compreendidas entre os 18 e os 83 anos. Os instrumentos utilizados foram: a Escala de Resiliência de Connor-Davidson – CD-RISC (Connor & Davidson, 2003) traduzida e adaptada para a população portuguesa por Faria-Anjos, Ribeiro e Ribeiro (2011); e o Inventário de Sintomas Psicopatológicos – BSI (Derogatis, 1982) traduzido e adaptado para a população portuguesa por Canavarro (1999). Os resultados sugerem que a presença de níveis elevados de resiliência está associada a níveis mais reduzidos de sintomatologia psicopatológica. Este estudo reforçou o papel da resiliência como factor protector e mediador do desenvolvimento de sintomatologia psicopatológica.