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A pockte stage (lights)

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Resumo:A presente dissertação começou há alguns meses atrás através de uma intuição. Num laboratório de prototipagem em Nápoles, o autor concebeu uma lâmpada cortada a laser, cujo conceito era mostrar formas através da luz em vez de simplesmente iluminar. A intuição de que o movimento fosse de acordo com o som veio naturalmente, utilizando a luz como meio de comunicação e a música como a mensagem a ser traduzida visualmente. O produto resultante levou as seguintes perguntas: porquê a combinação de luz e som era aparentemente ‘cativante’ e porquê a escolha de trabalhar num produto tangível em vez de digital. A fase de investigação começou, dando forma ao estado da arte da dissertação. Uma série de fontes indispensáveis sobre as implicações biológicas e psicológicas do som e da luz começou a surgir, entre as quais se destacam três conceitos fundamentais: Psicoacústica, Sinestesia e Objectos Manuseáveis. Observando a paisagem musical, a forma como os artistas se apresentam presencialmente, em plataformas musicais e redes sociais, leva à seguinte reflexão: a nossa experiência sublinha a necessidade de completar a experiência auditiva envolvendo outro sentido: a vista. Reconhecendo a importância dos objectos Sinestésicos, foi realizada uma cronologia cujo resultado é uma colecção de figuras envolvidas na Música a Cores, em ser uma disciplina que progredia de mãos dadas com a música. Tendo identificado a Sinestesia audiovisual como base e lidando com o desenho da luz, o público alvo foi identificado em cantores e músicos. Através das entrevistas realizadas, os artistas expressaram a dificuldade em ter algo disponível para as performnce que acompanhasse a música. Surgiram assim elementos para redesenhar o primeiro protótipo e para confirmar a usabilidade do produto em locais pequenos. O resultado deste redesenho são três objectos diferentes, pela necessidade expressa de comunicar as várias frequências e o nível da música. As cores foram também introduzidas como elemento recorrente durante as entrevistas, e novos movimentos mecânicos foram adicionados. Devido ao corrente contexto de pandemia Covid-19 e à dificuldade em encontrar as ferramentas e laboratórios, não foi possível verificar devidamente a produção de Sinestesia.
Autores principais:Giordano, Giulio
Assunto:Design de produto Product design Synaesthesia Lighting Design, Graspability Music Visualization.
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:inglês
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente dissertação começou há alguns meses atrás através de uma intuição. Num laboratório de prototipagem em Nápoles, o autor concebeu uma lâmpada cortada a laser, cujo conceito era mostrar formas através da luz em vez de simplesmente iluminar. A intuição de que o movimento fosse de acordo com o som veio naturalmente, utilizando a luz como meio de comunicação e a música como a mensagem a ser traduzida visualmente. O produto resultante levou as seguintes perguntas: porquê a combinação de luz e som era aparentemente ‘cativante’ e porquê a escolha de trabalhar num produto tangível em vez de digital. A fase de investigação começou, dando forma ao estado da arte da dissertação. Uma série de fontes indispensáveis sobre as implicações biológicas e psicológicas do som e da luz começou a surgir, entre as quais se destacam três conceitos fundamentais: Psicoacústica, Sinestesia e Objectos Manuseáveis. Observando a paisagem musical, a forma como os artistas se apresentam presencialmente, em plataformas musicais e redes sociais, leva à seguinte reflexão: a nossa experiência sublinha a necessidade de completar a experiência auditiva envolvendo outro sentido: a vista. Reconhecendo a importância dos objectos Sinestésicos, foi realizada uma cronologia cujo resultado é uma colecção de figuras envolvidas na Música a Cores, em ser uma disciplina que progredia de mãos dadas com a música. Tendo identificado a Sinestesia audiovisual como base e lidando com o desenho da luz, o público alvo foi identificado em cantores e músicos. Através das entrevistas realizadas, os artistas expressaram a dificuldade em ter algo disponível para as performnce que acompanhasse a música. Surgiram assim elementos para redesenhar o primeiro protótipo e para confirmar a usabilidade do produto em locais pequenos. O resultado deste redesenho são três objectos diferentes, pela necessidade expressa de comunicar as várias frequências e o nível da música. As cores foram também introduzidas como elemento recorrente durante as entrevistas, e novos movimentos mecânicos foram adicionados. Devido ao corrente contexto de pandemia Covid-19 e à dificuldade em encontrar as ferramentas e laboratórios, não foi possível verificar devidamente a produção de Sinestesia.