Publicação
Contribuição para a identificação de indicadores de risco no prognóstico da pancreatite em canídeos : estudo retrospetivo de 22 casos
| Resumo: | A pancreatite canina é uma doença bastante comum na prática clínica e pode variar de aguda a crónica e de ligeira a grave. A apresentação clínica desta doença varia muito, dependendo da sua gravidade, o que dificulta não só o diagnóstico mas também a elaboração de um prognóstico. Para além disso, ainda não existem sistemas objetivos de classificação da gravidade validados para a pancreatite canina. No entanto, já estão descritos alguns indicadores de doença grave. No presente estudo avaliaram-se, de forma retrospetiva, vários parâmetros, que incluíram características do animal, sinais clínicos e resultados do exame físico, exames laboratoriais, sinais ecográficos e tempo de internamento, e a relação destes com o desfecho. O estudo incidiu numa amostra de 22 indivíduos e teve como objetivos: determinar a possível influência de fatores fenotípicos na evolução de casos de pancreatite; avaliar o valor prognóstico dos sinais clínicos, exame físico, sinais ecográficos e de determinados exames hematológicos apresentados na consulta inicial em cães com diagnóstico de pancreatite; identificar possíveis fatores de risco para um desfecho fatal; e avaliar e comparar a utilidade dos sistemas de classificação de gravidade já criados para indivíduos com pancreatite na elaboração de um prognóstico. Os resultados obtidos neste estudo sugerem que a presença de letargia, a evidência de um mesentério reativo, a presença de trombocitopenia e de valores mais elevados de Spec® cPL, assim como um maior número de alterações hematológicas se encontraram associados a um mau prognóstico. |
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| Autores principais: | Domingues, Joana de Sousa Almeida |
| Assunto: | Pancreatite Indicador de prognóstico Gravidade Desfecho Cão Pancreatitis Prognosis factors Severity Outcome Dog |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A pancreatite canina é uma doença bastante comum na prática clínica e pode variar de aguda a crónica e de ligeira a grave. A apresentação clínica desta doença varia muito, dependendo da sua gravidade, o que dificulta não só o diagnóstico mas também a elaboração de um prognóstico. Para além disso, ainda não existem sistemas objetivos de classificação da gravidade validados para a pancreatite canina. No entanto, já estão descritos alguns indicadores de doença grave. No presente estudo avaliaram-se, de forma retrospetiva, vários parâmetros, que incluíram características do animal, sinais clínicos e resultados do exame físico, exames laboratoriais, sinais ecográficos e tempo de internamento, e a relação destes com o desfecho. O estudo incidiu numa amostra de 22 indivíduos e teve como objetivos: determinar a possível influência de fatores fenotípicos na evolução de casos de pancreatite; avaliar o valor prognóstico dos sinais clínicos, exame físico, sinais ecográficos e de determinados exames hematológicos apresentados na consulta inicial em cães com diagnóstico de pancreatite; identificar possíveis fatores de risco para um desfecho fatal; e avaliar e comparar a utilidade dos sistemas de classificação de gravidade já criados para indivíduos com pancreatite na elaboração de um prognóstico. Os resultados obtidos neste estudo sugerem que a presença de letargia, a evidência de um mesentério reativo, a presença de trombocitopenia e de valores mais elevados de Spec® cPL, assim como um maior número de alterações hematológicas se encontraram associados a um mau prognóstico. |
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