Publicação

:Estúdio, vol.9, nº24 (Out./Dez. 2018)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Ninguém vive sem passar uma parte muito importante da sua vida fazendo tarefas sem nada de especial, ou habitando espaços quotidianos, caseiros, sem muito interesse. E, contudo, essas ações constituem a identidade profunda, a singularidade radica na banalidade. Na maior parte do tempo, os humanos têm pouco interesse, ocupados em repetir gestos e funções vitais. Convivemos com a alienação há pouco tempo: ela é denunciada na sociedade industrial através da relação prioritária do homem com os objetos, e pela redução crescente da relação do homem consigo próprio, e com os seus semelhantes. O homem, mais rico, hoje, é no fundo muito mais pobre. Assim se apontem instâncias de auto-descolonização, de reflexão, de resistência, de libertação, de emancipação: a arte pode ser uma delas.
Autores principais:Queiroz, João
Outros Autores:Pelayo, Raquel; Akutain, Ainhoa; Arnaiz Gómez, Ana; Wolff, Daniel; Pires, Susana Maria; Cidade, Daniela Mendes; Machado, João Carlos; Domínguez Torres, Andrea; Rizolli Moreira, Hugo Daniel; Gonçalves, Sandra Maria Lúcia Pereira; RITA, DORA-IVA; Corrêa, Adriane Rodrigues; Gonçalves, Eduarda Azevedo; PEREIRA, CLAUDIA; Gomes, Paulo; Torres, Sofia; Brächer, Andréa; Paraguai, Luisa
Assunto:Arte Estudos Artísticos Periódicos
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Ninguém vive sem passar uma parte muito importante da sua vida fazendo tarefas sem nada de especial, ou habitando espaços quotidianos, caseiros, sem muito interesse. E, contudo, essas ações constituem a identidade profunda, a singularidade radica na banalidade. Na maior parte do tempo, os humanos têm pouco interesse, ocupados em repetir gestos e funções vitais. Convivemos com a alienação há pouco tempo: ela é denunciada na sociedade industrial através da relação prioritária do homem com os objetos, e pela redução crescente da relação do homem consigo próprio, e com os seus semelhantes. O homem, mais rico, hoje, é no fundo muito mais pobre. Assim se apontem instâncias de auto-descolonização, de reflexão, de resistência, de libertação, de emancipação: a arte pode ser uma delas.