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Errância e espiritualidade em Matsuo Bashō: uma análise às motivações espirituais da viagem

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O cognome “Poeta-Viajante” é normalmente atribuído ao poeta japonês Matsuo Bashō (1644-1694), no entanto o termo merece ser sistematizado quanto à sua significação, visto que atribui à viagem o mesmo peso que atribui à poesia. Argumenta-se neste trabalho que essa atribuição seja apenas aparente, que o “Bashō-viajante” esteja subordinado ao “Bashō-poeta” e que as motivações para viajar derivem sobretudo de um sincretismo entre a composição de poesia e a religiosidade do autor. Este trabalho analisa dois motivos para viajar, são eles: 1) Viagem que se motiva com base no desejo de usufruto da atividade de viajar. 2) Viagem que se motiva com base no desejo de usufruto do destino da viagem.
Autores principais:Fernandes, João Manuel Pereira
Assunto:Bashô, Matsuo, 1644-1694 - Crítica e interpretação Bashô, Matsuo, 1644-1694 - Espiritualidade Bashô, Matsuo, 1644-1694 - Viagens Poesia Viagem Religião Teses de mestrado - 2021
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O cognome “Poeta-Viajante” é normalmente atribuído ao poeta japonês Matsuo Bashō (1644-1694), no entanto o termo merece ser sistematizado quanto à sua significação, visto que atribui à viagem o mesmo peso que atribui à poesia. Argumenta-se neste trabalho que essa atribuição seja apenas aparente, que o “Bashō-viajante” esteja subordinado ao “Bashō-poeta” e que as motivações para viajar derivem sobretudo de um sincretismo entre a composição de poesia e a religiosidade do autor. Este trabalho analisa dois motivos para viajar, são eles: 1) Viagem que se motiva com base no desejo de usufruto da atividade de viajar. 2) Viagem que se motiva com base no desejo de usufruto do destino da viagem.