Publicação
Linguagens reconhecíveis nas variantes de palavras, árvores e florestas: caracterizações e um estudo comparativo
| Resumo: | O principal objetivo deste trabalho foi uniformizar a teoria do reconhecimento linguagens de árvores de aridade, de árvores sem aridade e de orestas, com ênfase especial para as duas últimas, com a teoria do reconhecimento de linguagens de palavras. De facto, apesar de tanto as linguagens de árvores (de e sem aridade) e as linguagens de orestas serem generalizações de linguagens de palavras, o seu desenvolvimento não conhecia o mesmo tratamento sistematizado de que está munida a clássica teoria de linguagens de palavras. Nas páginas que se seguem, procurou-se formalizar e organizar alguns aspetos relativos ao reconhecimento de linguagens de árvores de aridade, de árvores sem aridade e de orestas numa teoria comparável com aquela que faz das linguagens de palavras ferramenta incontornável em inúmeras aplicações à Ciência da Computação. De notar que é também como resposta a novos problemas postos pela Ciência da Computação que outros objetos matemáticos vêm a ser estudados com maior profundidade. Esse é precisamente o caso das árvores e orestas, cujas linguagens dão resposta, por exemplo, a problemas relacionados com a representação/armazenamento e troca de dados informáticos. O texto encontra-se organizado da seguinte forma. No primeiro capítulo, são sumariamente apresentados alguns conceitos e resultados relacionados com teoria de semigrupos; no segundo é recordada a teoria do reconhecimento de linguagens de palavras; nos dois últimos, é então descrita uma teoria de reconhecimento de linguagens de árvores de aridade e de linguagens de orestas, respetivamente, as quais, sendo inspiradas na teoria clássica, constituem uma possível uniformização. |
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| Autores principais: | Branco, Eduardo José Caetano |
| Assunto: | Álgebra-floresta sintática Árvore de aridade Árvore sem aridade Autómato Floresta Monoide sintático E-álgebra sintática Palavra Reconhecimento de uma linguagem Teses de mestrado - 2014 |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O principal objetivo deste trabalho foi uniformizar a teoria do reconhecimento linguagens de árvores de aridade, de árvores sem aridade e de orestas, com ênfase especial para as duas últimas, com a teoria do reconhecimento de linguagens de palavras. De facto, apesar de tanto as linguagens de árvores (de e sem aridade) e as linguagens de orestas serem generalizações de linguagens de palavras, o seu desenvolvimento não conhecia o mesmo tratamento sistematizado de que está munida a clássica teoria de linguagens de palavras. Nas páginas que se seguem, procurou-se formalizar e organizar alguns aspetos relativos ao reconhecimento de linguagens de árvores de aridade, de árvores sem aridade e de orestas numa teoria comparável com aquela que faz das linguagens de palavras ferramenta incontornável em inúmeras aplicações à Ciência da Computação. De notar que é também como resposta a novos problemas postos pela Ciência da Computação que outros objetos matemáticos vêm a ser estudados com maior profundidade. Esse é precisamente o caso das árvores e orestas, cujas linguagens dão resposta, por exemplo, a problemas relacionados com a representação/armazenamento e troca de dados informáticos. O texto encontra-se organizado da seguinte forma. No primeiro capítulo, são sumariamente apresentados alguns conceitos e resultados relacionados com teoria de semigrupos; no segundo é recordada a teoria do reconhecimento de linguagens de palavras; nos dois últimos, é então descrita uma teoria de reconhecimento de linguagens de árvores de aridade e de linguagens de orestas, respetivamente, as quais, sendo inspiradas na teoria clássica, constituem uma possível uniformização. |
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