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"In Places Deep I Live": Do Espaço em True Detective (1 & 2)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Criada por Nick Pizzolatto, True Detective é uma série HBO com duas temporadas estreadas entre 2014-2015. Descrita por vários críticos como uma criação com uma atmosfera particular e com diferentes influências, a série apresenta uma visão negativa do ―American Dream‖ em dois espaços. Enquanto a primeira temporada se passa no Louisiana, a segunda temporada situa-se em L.A., ambas apresentando cenários diferentes, mas com uma atmosfera semelhante. Deste modo, o presente artigo tem dois objetivos: em primeiro lugar, compreender as influências culturais das duas temporadas e, em segundo lugar, olhar criticamente para as duas geografias apresentadas na série e o seu significado. De forma a efetuar esta análise, irei primeiro apresentar uma hipótese de leitura relativamente ao espaço em True Detective para, em seguida, explorar os créditos iniciais de cada temporada, uma vez que ambos condensam o modo como o espaço serve de metáfora para o lado obscuro da natureza humana (CLARKE, 2014).
Autores principais:Duarte, José
Assunto:True Detective Televisão Paisagem Noir
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Criada por Nick Pizzolatto, True Detective é uma série HBO com duas temporadas estreadas entre 2014-2015. Descrita por vários críticos como uma criação com uma atmosfera particular e com diferentes influências, a série apresenta uma visão negativa do ―American Dream‖ em dois espaços. Enquanto a primeira temporada se passa no Louisiana, a segunda temporada situa-se em L.A., ambas apresentando cenários diferentes, mas com uma atmosfera semelhante. Deste modo, o presente artigo tem dois objetivos: em primeiro lugar, compreender as influências culturais das duas temporadas e, em segundo lugar, olhar criticamente para as duas geografias apresentadas na série e o seu significado. De forma a efetuar esta análise, irei primeiro apresentar uma hipótese de leitura relativamente ao espaço em True Detective para, em seguida, explorar os créditos iniciais de cada temporada, uma vez que ambos condensam o modo como o espaço serve de metáfora para o lado obscuro da natureza humana (CLARKE, 2014).