Publicação

O Perfil de Risco dos Investidores e Decisões de Investimento no Paradigma das Finanças Comportamentais

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta investigação pretendeu estudar a relação existente entre o perfil de risco dos agentes e as suas escolhas de activos para a formação da sua carteira, confrontar teoricamente a teoria da Utilidade Esperada (EU) e a Prospect Theory (PT) e ainda testar a eventual presença do fenómeno overconfidence. Para tal foi utilizado um questionário on-line testado numa amostra de 171 sujeitos. Ficou demonstrada a fraca relação existente entre o perfil de risco e os activos escolhidos, sendo que independentemente do perfil escolhido, 80% dos activos são comuns à maioria das carteiras. Quanto à dicotomia EU vs PT, foram confirmados os resultados obtidos em trabalhos anteriores que validam o PT. Em relação à overconfidence foi concluído que não foi exibida pela maioria dos agentes e quando exibida, não correspondia ao perfil esperado.
Autores principais:Dias, Luís Carlos Lourenço
Assunto:Finanças Tradicionais Finanças Comportamentais Teoria da Utilidade Prospect Theory Perfil de Risco Overconfidence Standard Finance Behavioral Finance Utility Theory Risk Profile
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Esta investigação pretendeu estudar a relação existente entre o perfil de risco dos agentes e as suas escolhas de activos para a formação da sua carteira, confrontar teoricamente a teoria da Utilidade Esperada (EU) e a Prospect Theory (PT) e ainda testar a eventual presença do fenómeno overconfidence. Para tal foi utilizado um questionário on-line testado numa amostra de 171 sujeitos. Ficou demonstrada a fraca relação existente entre o perfil de risco e os activos escolhidos, sendo que independentemente do perfil escolhido, 80% dos activos são comuns à maioria das carteiras. Quanto à dicotomia EU vs PT, foram confirmados os resultados obtidos em trabalhos anteriores que validam o PT. Em relação à overconfidence foi concluído que não foi exibida pela maioria dos agentes e quando exibida, não correspondia ao perfil esperado.