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Cor e conceito em arquitectura : um estudo da obra de Pancho Guedes

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A cor pode ser encarada como uma linguagem, uma entidade simbólica, um instrumento fundamental para a criação de espaços ou para qualquer outra forma de expressão. Para desenvolver o estudo relativamente à problemática da utilização da cor na arquitectura, e assim determinarmos as implicações acerca do modo como a cor se manifesta, também enquanto símbolo, foram seleccionadas duas obras do arquitecto, pintor, escultor e professor Pancho Guedes: O Leão que Ri (Lourenço Marques, 1956) e a Casa da Quinta da Beloura (Sintra, 2005). Pretende-se averiguar de que forma a cor é manipulada de acordo com uma intenção ou estímulo, que tipo de linguagem simbólica poderá ser identificada de acordo com as teorias de Jung, Itten e Mahnke, em especial, ou se será possível definir algum padrão que dê origem a uma norma. Sugere-se a continuação do estudo de outras obras deste autor que, através da sua originalidade e sentido crítico, representam uma riqueza e variedade de expressão notável. Apesar do próprio arquitecto enunciar mais de vinte modos diferentes de fazer arquitectura – categorizando-os segundo tipologias conceptuais e de influências – não é possível identificar uma cronologia ou sequência específica no seu trabalho, pela acentuada intemporalidade presente na sua obra. No entanto, a definição de um carácter único como apanágio de uma arquitectura singular, representa uma contribuição para o conhecimento da sua obra
Autores principais:Martinez, Luísa Margarida Guerra Marques
Assunto:Cor Arquitectura Conceito Linguagem Símbolo Color Architecture Concept Language Symbol
Ano:2007
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A cor pode ser encarada como uma linguagem, uma entidade simbólica, um instrumento fundamental para a criação de espaços ou para qualquer outra forma de expressão. Para desenvolver o estudo relativamente à problemática da utilização da cor na arquitectura, e assim determinarmos as implicações acerca do modo como a cor se manifesta, também enquanto símbolo, foram seleccionadas duas obras do arquitecto, pintor, escultor e professor Pancho Guedes: O Leão que Ri (Lourenço Marques, 1956) e a Casa da Quinta da Beloura (Sintra, 2005). Pretende-se averiguar de que forma a cor é manipulada de acordo com uma intenção ou estímulo, que tipo de linguagem simbólica poderá ser identificada de acordo com as teorias de Jung, Itten e Mahnke, em especial, ou se será possível definir algum padrão que dê origem a uma norma. Sugere-se a continuação do estudo de outras obras deste autor que, através da sua originalidade e sentido crítico, representam uma riqueza e variedade de expressão notável. Apesar do próprio arquitecto enunciar mais de vinte modos diferentes de fazer arquitectura – categorizando-os segundo tipologias conceptuais e de influências – não é possível identificar uma cronologia ou sequência específica no seu trabalho, pela acentuada intemporalidade presente na sua obra. No entanto, a definição de um carácter único como apanágio de uma arquitectura singular, representa uma contribuição para o conhecimento da sua obra