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Insuficiência adrenal relativa em choque hemorrágico : estudo experimental acerca dos seus mecanismos fisiopatológicos em rato (Rattus norvegicus)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O Choque Hemorrágico (CH) pode complicar-se por “insuficiência adrenal relativa” (IAR). Neste estudo avaliou-se a contribuição do etomidato e apoptose da adrenal na IAR pós-CH. Ratos machos Wistar foram divididos em 4 grupos: G0 (anestesia geral com isoflurano e ventilação mecânica, 16 ratos), G1 (como G0 mas com buprenorfina, 16 ratos), G2 (como G1 mas com CH, 16 ratos) e G3 (como G2 mas com etomidato antes do CH, 16 ratos). CH induzido por recolha de sangue (30% volume sanguíneo). Resuscitação aos 90 minutos pós-CH, consistindo no sangue recolhido associado a soro fisiológico. Aos 0, 90, 150 and 240 minutos após início do CH, mediram-se gasimetria e níveis plasmáticos de hormona adrenocorticotrópica, corticosterona, TNF-α, IL6, IL10 e por RT-PCR, TNF-α, IL6 e IL10. Apoptose avaliada por TUNEL e caspase-3 (immunofluorescência); necrose por escala específica. G1 apresentou taxa de apoptose mais elevada que G0. G2 e G3 tiveram níveis mais elevados de apoptose e necrose que outros grupos. Comparado com G2, G3 apresentou níveis de corticosterona compativeis com IAR e níveis mais baixos de PO2, PO2/FiO2, BE, bicarbonato, apoptose e necrose, e mais altos das citoquinas e TNF- α.IAR foi associada a etomidato mas não a apoptose neste modelo.
Autores principais:Félix, Nuno Manuel Mira Flor Santos
Assunto:Choque Rato Adrenal Insuficiência Etomidato Apoptose Citoquina Buprenorfina Hemorrhagic shock rat adrenal insufficiency etomidate apoptosis mRNA cytokine buprenoprhine
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:tese de doutoramento
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O Choque Hemorrágico (CH) pode complicar-se por “insuficiência adrenal relativa” (IAR). Neste estudo avaliou-se a contribuição do etomidato e apoptose da adrenal na IAR pós-CH. Ratos machos Wistar foram divididos em 4 grupos: G0 (anestesia geral com isoflurano e ventilação mecânica, 16 ratos), G1 (como G0 mas com buprenorfina, 16 ratos), G2 (como G1 mas com CH, 16 ratos) e G3 (como G2 mas com etomidato antes do CH, 16 ratos). CH induzido por recolha de sangue (30% volume sanguíneo). Resuscitação aos 90 minutos pós-CH, consistindo no sangue recolhido associado a soro fisiológico. Aos 0, 90, 150 and 240 minutos após início do CH, mediram-se gasimetria e níveis plasmáticos de hormona adrenocorticotrópica, corticosterona, TNF-α, IL6, IL10 e por RT-PCR, TNF-α, IL6 e IL10. Apoptose avaliada por TUNEL e caspase-3 (immunofluorescência); necrose por escala específica. G1 apresentou taxa de apoptose mais elevada que G0. G2 e G3 tiveram níveis mais elevados de apoptose e necrose que outros grupos. Comparado com G2, G3 apresentou níveis de corticosterona compativeis com IAR e níveis mais baixos de PO2, PO2/FiO2, BE, bicarbonato, apoptose e necrose, e mais altos das citoquinas e TNF- α.IAR foi associada a etomidato mas não a apoptose neste modelo.