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Barotraumatismo do ouvido médio em pilotos de aviação

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O barotraumatismo é um problema comum na aviação, apresentando uma incidência que varia entre os 8 e 17%, sendo os pilotos de aviação um grupo profissional muito afetado por esta problemática. O Barotrauma do Ouvido Médio é uma patologia causada por uma desigualdade de pressões entre o ouvido médio e a atmosfera, em períodos de grande variação de pressão, dos quais se destaca o período de descida do avião. A sintomatologia associada a esta doença é diversa, caracterizando-se essencialmente pela otalgia, sensação de plenitude auricular, hipoacusia, zumbidos, podendo, em casos mais graves, levar à rutura do tímpano. O tratamento passa por uma evicção da exposição a grandes variações de pressão durante a apresentação dos sintomas, e terapêutica conservadora, com resolução espontânea do problema ao fim de alguns dias, na maioria dos casos. Destaca-se a necessidade da divulgação da importância da utilização de estratégias de prevenção, com recurso à utilização de alguns métodos, que permitam uma redução da incidência e morbilidade associadas a esta problemática.
Autores principais:Silva, Catarina Rute Rodrigues da
Assunto:Barotraumatismo Ouvido médio Aviação Pilotos Aeronave Otorrinolaringologia
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O barotraumatismo é um problema comum na aviação, apresentando uma incidência que varia entre os 8 e 17%, sendo os pilotos de aviação um grupo profissional muito afetado por esta problemática. O Barotrauma do Ouvido Médio é uma patologia causada por uma desigualdade de pressões entre o ouvido médio e a atmosfera, em períodos de grande variação de pressão, dos quais se destaca o período de descida do avião. A sintomatologia associada a esta doença é diversa, caracterizando-se essencialmente pela otalgia, sensação de plenitude auricular, hipoacusia, zumbidos, podendo, em casos mais graves, levar à rutura do tímpano. O tratamento passa por uma evicção da exposição a grandes variações de pressão durante a apresentação dos sintomas, e terapêutica conservadora, com resolução espontânea do problema ao fim de alguns dias, na maioria dos casos. Destaca-se a necessidade da divulgação da importância da utilização de estratégias de prevenção, com recurso à utilização de alguns métodos, que permitam uma redução da incidência e morbilidade associadas a esta problemática.