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Contracepção oral feminina: evolução farmacológica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O uso de contraceptivos é uma importante área da saúde pública. Os contraceptivos orais e o uso de preservativos adquiriram especial relevo em todo o mundo. A evolução farmacológica dos contraceptivos orais orientou-se para uma maior eficácia, uma maior segurança e uma maior tolerabilidade. Os efeitos adversos, a aceitabilidade e a informação aos utentes foram alguns dos principais focos nesta evolução. Desde o aparecimento das primeiras pílulas nos anos 60 até ao presente, pôde-se verificar uma grande mudança na redução das doses, nas substâncias utilizadas com o aparecimento de novas progestinas, da “mini-pill” e da contracepção oral de emergência e nos regimes autorizados de pilulas bifásicas e trifásicas e também nos regimes contínuos e extensos. A tentativa de formulação com progestinas e estrogénio natural, que mais tarde foi investigada, tentava aproximar ainda mais a contracepção ao ciclo fisiológico normal. O aconselhamento farmacêutico tornou-se importante integrando a correcta utilização dos contraceptivos cíclicos e da contracepção de emergência e no que diz respeito à “compliance” e respectivas interações farmacológicas. A evolução farmacológica continua nos dias de hoje com o estudo de novos alvos terapêuticos a nível molecular e hormonal, sendo de destacar a investigação sobre a contracepção hormonal masculina.
Autores principais:Marques, Patrícia da Fonseca Seixo
Assunto:Contracepção oral Estrogénio Progestina Contraceptivos orais combinados Mini-pilula Contracepção oral de emergência Pilulas bifásicas Pílulas trifásicas Regime extenso Regime contínuo Contracepção masculina Mestrado Integrado - 2013
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O uso de contraceptivos é uma importante área da saúde pública. Os contraceptivos orais e o uso de preservativos adquiriram especial relevo em todo o mundo. A evolução farmacológica dos contraceptivos orais orientou-se para uma maior eficácia, uma maior segurança e uma maior tolerabilidade. Os efeitos adversos, a aceitabilidade e a informação aos utentes foram alguns dos principais focos nesta evolução. Desde o aparecimento das primeiras pílulas nos anos 60 até ao presente, pôde-se verificar uma grande mudança na redução das doses, nas substâncias utilizadas com o aparecimento de novas progestinas, da “mini-pill” e da contracepção oral de emergência e nos regimes autorizados de pilulas bifásicas e trifásicas e também nos regimes contínuos e extensos. A tentativa de formulação com progestinas e estrogénio natural, que mais tarde foi investigada, tentava aproximar ainda mais a contracepção ao ciclo fisiológico normal. O aconselhamento farmacêutico tornou-se importante integrando a correcta utilização dos contraceptivos cíclicos e da contracepção de emergência e no que diz respeito à “compliance” e respectivas interações farmacológicas. A evolução farmacológica continua nos dias de hoje com o estudo de novos alvos terapêuticos a nível molecular e hormonal, sendo de destacar a investigação sobre a contracepção hormonal masculina.