Publicação
Vizinhos
| Resumo: | Ao longo do século XX, o Vale de Alcântara sofreu alterações complexas e incisivas, subordinadas ao desenvolvimento da cidade de Lisboa. Trata-se, ainda hoje, de um dos principais canais de drenagem da cidade, embora fortemente infraestruturado, com grande tráfego viário e marcado pela heterogeneidade do seu edificado, onde bairros sociais e edifícios do início do século XX coexistem desarticulados entre si. Todas estas condições convergem na zona da antiga Ponte Nova de Alcântara, local de intervenção deste PFM. Actua-se neste local desde a escala da cidade à escala do edifício, de modo a articular estas realidades distintas e promover novas relações de vizinhança. A memória das vivências e percursos do início do século XX é valorizada através do (re)enquadramento dos edifícios que persistem e do desenho de um novo sistema de ligações a Monsanto. A guetização dos bairros sociais existentes é combatida através da diversidade da oferta habitacional, que procura atrair novos tipos de agregados familiares, enriquecendo as relações de vizinhança. Os lugares de transição e encontro são pensados enquanto elementos promotores e intensificadores do diálogo entre vizinhos. |
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| Autores principais: | Mendes, Carlota Loureiro de Sousa de Castro |
| Assunto: | Vizinhança Memória Transição Encontro Alcântara Neighbouring rapports Memory Transition Encounter |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Ao longo do século XX, o Vale de Alcântara sofreu alterações complexas e incisivas, subordinadas ao desenvolvimento da cidade de Lisboa. Trata-se, ainda hoje, de um dos principais canais de drenagem da cidade, embora fortemente infraestruturado, com grande tráfego viário e marcado pela heterogeneidade do seu edificado, onde bairros sociais e edifícios do início do século XX coexistem desarticulados entre si. Todas estas condições convergem na zona da antiga Ponte Nova de Alcântara, local de intervenção deste PFM. Actua-se neste local desde a escala da cidade à escala do edifício, de modo a articular estas realidades distintas e promover novas relações de vizinhança. A memória das vivências e percursos do início do século XX é valorizada através do (re)enquadramento dos edifícios que persistem e do desenho de um novo sistema de ligações a Monsanto. A guetização dos bairros sociais existentes é combatida através da diversidade da oferta habitacional, que procura atrair novos tipos de agregados familiares, enriquecendo as relações de vizinhança. Os lugares de transição e encontro são pensados enquanto elementos promotores e intensificadores do diálogo entre vizinhos. |
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