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Ínsula Cova do Vapor

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O projecto parte de uma leitura das formas de ocupação avieira do Estuário do Tejo e centra-se na Cova do Vapor para imaginar o seu futuro face a uma plausível evolução da linha de costa que isola este núcleo costeiro numa ilha. Reflecte-se desde a escala territorial até à construção do lugar urbano com um projecto integrado, desde o desenho da cidade ao detalhe urbano e arquitectónico. A proposta preserva o núcleo do lugar, construindo uma muralha de protecção em relação ao mar que reinventa relações entre o núcleo urbano, o rio e o mar. As infraestruturas de protecção são desenhadas como interfaces entre a terra e o mar, espaços de passeio e fruição pública que acolhem os cais, a estação fluvial, porto de pesca e o mercado. A torre é concebida como um ponto de referência à navegação e de observação do Tejo e da costa a partir da ilha. Os espaços resultantes da reconfiguração da linha de costa e da definição do limite da ilha são utilizados para desenhar a continuidade do tecido edificado com base em protótipos habitacionais que reinventam as habitações-barco avieiras e o espaço público é desenhado e detalhado com base na memória do lugar.
Autores principais:Franco, Maria Inês Rodrigues
Assunto:espaço-público habitar ilha limite pontão
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O projecto parte de uma leitura das formas de ocupação avieira do Estuário do Tejo e centra-se na Cova do Vapor para imaginar o seu futuro face a uma plausível evolução da linha de costa que isola este núcleo costeiro numa ilha. Reflecte-se desde a escala territorial até à construção do lugar urbano com um projecto integrado, desde o desenho da cidade ao detalhe urbano e arquitectónico. A proposta preserva o núcleo do lugar, construindo uma muralha de protecção em relação ao mar que reinventa relações entre o núcleo urbano, o rio e o mar. As infraestruturas de protecção são desenhadas como interfaces entre a terra e o mar, espaços de passeio e fruição pública que acolhem os cais, a estação fluvial, porto de pesca e o mercado. A torre é concebida como um ponto de referência à navegação e de observação do Tejo e da costa a partir da ilha. Os espaços resultantes da reconfiguração da linha de costa e da definição do limite da ilha são utilizados para desenhar a continuidade do tecido edificado com base em protótipos habitacionais que reinventam as habitações-barco avieiras e o espaço público é desenhado e detalhado com base na memória do lugar.