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Avaliação do valor de diagnóstico e prognóstico de biomarcadores na lesão cardíaca

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As síndromes coronárias agudas são a principal causa de morte em todo o mundo, pelo que um diagnóstico precoce e preciso é cada vez mais premente. Felizmente, o avanço científico nesta área tem permitido a investigação de biomarcadores úteis na compreensão de processos patológicos, na estratificação do risco, no diagnóstico e prognóstico bem como na determinação da terapêutica mais adequada a cada caso. Atualmente, poucos biomarcadores cardíacos são considerados como ferramentas confiáveis e úteis na prática clinica, como é o caso das troponinas cardíacas e dos péptidos natriuréticos. Apesar disso, mesmo esses apresentam algumas limitações. Assim sendo, na tentativa de colmatar essas limitações, surgiram novos biomarcadores, que ajudam no diagnóstico precoce (proteínas de ligação a ácidos gordos e copeptina), ou que servem como preditores de risco para doenças cardiovasculares (mieloperoxidase). Mas será isso suficiente para serem utilizados na prática? Apresentarão mais-valias em comparação com os biomarcadores de uso corrente? De forma a responder a essas perguntas, foi realizada uma pesquisa na literatura existente, para avaliar a mais-valia dos biomarcadores cardíacos na prática clinica como meios de diagnóstico e prognóstico, comparando-os quanto à sua sensibilidade e especificidade e comprovando a utilidade dos novos biomarcadores como complemento ou alternativa aos biomarcadores clássicos.
Autores principais:Leandro, Daniela Possidónio
Assunto:Mestrado Integrado - 2014 Biomarcadores cardíacos Diagnóstico Prognóstico Síndromes coronárias agudas
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:As síndromes coronárias agudas são a principal causa de morte em todo o mundo, pelo que um diagnóstico precoce e preciso é cada vez mais premente. Felizmente, o avanço científico nesta área tem permitido a investigação de biomarcadores úteis na compreensão de processos patológicos, na estratificação do risco, no diagnóstico e prognóstico bem como na determinação da terapêutica mais adequada a cada caso. Atualmente, poucos biomarcadores cardíacos são considerados como ferramentas confiáveis e úteis na prática clinica, como é o caso das troponinas cardíacas e dos péptidos natriuréticos. Apesar disso, mesmo esses apresentam algumas limitações. Assim sendo, na tentativa de colmatar essas limitações, surgiram novos biomarcadores, que ajudam no diagnóstico precoce (proteínas de ligação a ácidos gordos e copeptina), ou que servem como preditores de risco para doenças cardiovasculares (mieloperoxidase). Mas será isso suficiente para serem utilizados na prática? Apresentarão mais-valias em comparação com os biomarcadores de uso corrente? De forma a responder a essas perguntas, foi realizada uma pesquisa na literatura existente, para avaliar a mais-valia dos biomarcadores cardíacos na prática clinica como meios de diagnóstico e prognóstico, comparando-os quanto à sua sensibilidade e especificidade e comprovando a utilidade dos novos biomarcadores como complemento ou alternativa aos biomarcadores clássicos.