Publicação
A crise do jornalismo em Portugal
| Resumo: | O jornalismo é uma actividade historicamente fracturada, indecidida, com origens e práticas diversas, enraizadas na história e na cultura. A crise que atravessa tem aspectos estruturais (modelos de negócio frágeis, promiscuidade com o poder político e económico), alguns dos quais decorrentes de uma história recente (perda de receitas publicitárias e de públicos; disrupção tecnológica e identitária). A versão portuguesa da crise, analisada neste livro, intensifica factores como a desregulação das relações laborais, uma afasia crítica e reflexiva que se traduz na ausência de modelos alternativos de existência; desequilíbrio e distorção na representação de grupos e problemáticas sociais; perda de autonomia dos jornalistas; fortalecimento dos discursos hegemónicos em detrimento do pluralismo e da independência. É um quadro pouco esperançoso. O conjunto de artigos aqui reunidos, da autoria de jornalistas, académicos e investigadores na área dos media, pretende contribuir para a inversão deste cenário. Porque a esperança se alimenta de um debate aberto e informado. |
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| Autores principais: | Matos, José Nuno |
| Outros Autores: | Baptista, Carla; Subtil, Filipa |
| Assunto: | Jornalismo Comunicação social Jornalistas |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | livro |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O jornalismo é uma actividade historicamente fracturada, indecidida, com origens e práticas diversas, enraizadas na história e na cultura. A crise que atravessa tem aspectos estruturais (modelos de negócio frágeis, promiscuidade com o poder político e económico), alguns dos quais decorrentes de uma história recente (perda de receitas publicitárias e de públicos; disrupção tecnológica e identitária). A versão portuguesa da crise, analisada neste livro, intensifica factores como a desregulação das relações laborais, uma afasia crítica e reflexiva que se traduz na ausência de modelos alternativos de existência; desequilíbrio e distorção na representação de grupos e problemáticas sociais; perda de autonomia dos jornalistas; fortalecimento dos discursos hegemónicos em detrimento do pluralismo e da independência. É um quadro pouco esperançoso. O conjunto de artigos aqui reunidos, da autoria de jornalistas, académicos e investigadores na área dos media, pretende contribuir para a inversão deste cenário. Porque a esperança se alimenta de um debate aberto e informado. |
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