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Conversa a roda da visualidade na contemporaneidade

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O texto parte de um debate intitulado ‘roda de conversa’ realizado em 2017 na UFRGS, no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência. O conteúdo emergiu de problemas que se apresentaram em uma convergência paralela envolvendo estudantes em formação, professores da Escola Básica e professores pesquisadores e formadores de novos professores. O tema foi selecionado por todos os componentes e o fato de termos na roda professores e estudantes de artes e letras e, também da área de ciências da natureza, corrobora a importância de se debater formas de acesso a um universo que torna imprescindível a imagem, fazendo da construção da visualidade uma fonte de resolução de problemas, que perpassa todos os componentes curriculares da escola e possibilita a reconstrução de alguns elos entre as diversas áreas de conhecimento, para além do processo de especialização, que tem sido acelerado exponencialmente a partir do século passado
Autores principais:Barreto, Umbelina Maria Duarte, 1954-
Assunto:Educação artística Ensino artístico Política educativa Contemporaneidade Professores Teoria da arte Criticismo
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O texto parte de um debate intitulado ‘roda de conversa’ realizado em 2017 na UFRGS, no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência. O conteúdo emergiu de problemas que se apresentaram em uma convergência paralela envolvendo estudantes em formação, professores da Escola Básica e professores pesquisadores e formadores de novos professores. O tema foi selecionado por todos os componentes e o fato de termos na roda professores e estudantes de artes e letras e, também da área de ciências da natureza, corrobora a importância de se debater formas de acesso a um universo que torna imprescindível a imagem, fazendo da construção da visualidade uma fonte de resolução de problemas, que perpassa todos os componentes curriculares da escola e possibilita a reconstrução de alguns elos entre as diversas áreas de conhecimento, para além do processo de especialização, que tem sido acelerado exponencialmente a partir do século passado