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A influência do álcool e do ópio na criatividade

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Desde há muito tempo que parece haver uma visão um pouco idílica do álcool e do ópio como fontes de inspiração e impulsores da criatividade, motivada pelos inúmeros casos de escritores, pintores ou músicos que os consumiam. Através da análise de vários exemplos de artistas nacionais e internacionais e do estudo de diversos ensaios clínicos, tentamos perceber as razões que explicam o elevado consumo destas substâncias entre artistas e se os seus efeitos poderão potenciar as várias fases do processo criativo. Ao contrário do que dita o mito gerado em torno deste tema, ambas as drogas parecem ser manifestamente prejudiciais durante o ato criativo e são raros os casos de artistas que o consumiam enquanto criavam. A elevada prevalência de psicopatologia, a influência do meio, os traços de personalidade e a relação histórica dos artistas com a sociedade parecem ser algumas das razões que explicam o elevado apetite dos criadores para estas substâncias.
Autores principais:Martins, Sebastião da Gama Castanheira
Assunto:Álcool Ópio Criatividade Psicopatologia Arte
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Desde há muito tempo que parece haver uma visão um pouco idílica do álcool e do ópio como fontes de inspiração e impulsores da criatividade, motivada pelos inúmeros casos de escritores, pintores ou músicos que os consumiam. Através da análise de vários exemplos de artistas nacionais e internacionais e do estudo de diversos ensaios clínicos, tentamos perceber as razões que explicam o elevado consumo destas substâncias entre artistas e se os seus efeitos poderão potenciar as várias fases do processo criativo. Ao contrário do que dita o mito gerado em torno deste tema, ambas as drogas parecem ser manifestamente prejudiciais durante o ato criativo e são raros os casos de artistas que o consumiam enquanto criavam. A elevada prevalência de psicopatologia, a influência do meio, os traços de personalidade e a relação histórica dos artistas com a sociedade parecem ser algumas das razões que explicam o elevado apetite dos criadores para estas substâncias.