Publicação

Práticas funerárias do Calcolítico e da Idade do Bronze na gruta da Lorga de Dine (Vinhais, Norte de Portugal): estudo antropológico.

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:A gruta de Lorga de Dine (concelho de Vinhais) implementa-se num pequeno maciço calcário. Os vários trabalhos de escavação, ocorridos nos anos 60 e 80 do século XX, permitiram a recolha de um variado espólio arqueológico datável do Calcolítico e da Idade do Bronze. Os dados recolhidos comprovam o uso do local para práticas funerárias recorrendo ao uso do rito de inumação. O presente trabalho considerou o estudo antropológico de 5 crânios de indivíduos, incluindo a determinação da diagnose sexual e da estimativa da idade à morte (observação das suturas cranianas e dentição) e o estudo paleopatológico do esqueleto craniano e respetivos vestígios de dentição. O estudo, suportado por datas de radiocarbono, apura o enquadramento cronológico-cultural destas práticas e contribui para o avanço do conhecimento das populações do 3º e 2º milénios da bacia hidrográfica do rio Douro.
Autores principais:Pereira, Tânia
Outros Autores:Sampaio, Hugo Aluai; Bettencourt, Ana M. S.; Cunha-Ribeiro, João Pedro; Brito, Mário
Assunto:Noroeste de Portugal Bacia do rio Douro Cavidade cársica Necrópole Datação pelo radiocarbono North-west of Portugal River Douro basin Karstic cavity Necropolis Radiocarbon dating
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A gruta de Lorga de Dine (concelho de Vinhais) implementa-se num pequeno maciço calcário. Os vários trabalhos de escavação, ocorridos nos anos 60 e 80 do século XX, permitiram a recolha de um variado espólio arqueológico datável do Calcolítico e da Idade do Bronze. Os dados recolhidos comprovam o uso do local para práticas funerárias recorrendo ao uso do rito de inumação. O presente trabalho considerou o estudo antropológico de 5 crânios de indivíduos, incluindo a determinação da diagnose sexual e da estimativa da idade à morte (observação das suturas cranianas e dentição) e o estudo paleopatológico do esqueleto craniano e respetivos vestígios de dentição. O estudo, suportado por datas de radiocarbono, apura o enquadramento cronológico-cultural destas práticas e contribui para o avanço do conhecimento das populações do 3º e 2º milénios da bacia hidrográfica do rio Douro.