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Miocardiopatia hipertrófica : pertinência dos testes genéticos e acompanhamento de portadores assintomáticos (genótipo +/fenótipo -)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Miocardiopatia Hipertrófica (MH) é a doença cardíaca de transmissão genética mais frequente no mundo, com uma prevalência de 0,2%. Apesar da sua frequência, a MH está mal documentada, havendo poucos estudos randomizados e controlados sobre a mesma. Existem actualmente várias estratégias terapêuticas a aplicar nos doentes com fenótipo de MH. Neste trabalho, apresenta-se um caso clínico familiar paradigmático desta doença. Os testes genéticos são aconselhados nos casos de MH confirmada ou suspeita e nos familiares de 1º grau dos doentes, sendo auxiliares no diagnóstico e aconselhamento familiar. Porém, estes testes são apenas preditivos, e sem relação estabelecida entre a mutação detectada e o prognóstico. Como tal, não há consenso sobre como lidar com os portadores assintomáticos (genótipo +, fenótipo -) quanto à prática de desporto e implantação de cardioversor desfibrilhador implantável (CDI). A decisão continua a basear-se no parecer clínico e nos factores de risco presentes.
Autores principais:Martins, Filipa Fernandes
Assunto:Cardiomiopatia hipertrófica Testes genéticos Portador assintomático Genótipo Fenótipo
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A Miocardiopatia Hipertrófica (MH) é a doença cardíaca de transmissão genética mais frequente no mundo, com uma prevalência de 0,2%. Apesar da sua frequência, a MH está mal documentada, havendo poucos estudos randomizados e controlados sobre a mesma. Existem actualmente várias estratégias terapêuticas a aplicar nos doentes com fenótipo de MH. Neste trabalho, apresenta-se um caso clínico familiar paradigmático desta doença. Os testes genéticos são aconselhados nos casos de MH confirmada ou suspeita e nos familiares de 1º grau dos doentes, sendo auxiliares no diagnóstico e aconselhamento familiar. Porém, estes testes são apenas preditivos, e sem relação estabelecida entre a mutação detectada e o prognóstico. Como tal, não há consenso sobre como lidar com os portadores assintomáticos (genótipo +, fenótipo -) quanto à prática de desporto e implantação de cardioversor desfibrilhador implantável (CDI). A decisão continua a basear-se no parecer clínico e nos factores de risco presentes.