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Carreiras subjetivas entre agentes da Polícia de Segurança Pública em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este texto propõe o resgate do conceito de “carreira subjetiva”, de Everett Hughes, no seio de uma teoria social das organizações. O objetivo mais específi co consiste em propor uma análise da forma como é percepcionada por polícias uma certa lógica nas suas trajetórias profi ssionais. O texto baseia-se numa etnografi a recente desenvolvida em esquadras de Lisboa. Nele são exploradas as construções subjetivas que estão na base das fases da vida profi ssional dos agentes e a defi nição de certos estilos de ser polícia. Sempre que oportuno, são apontadas algumas diferenças manifestas na socialização de homens e de mulheres nesses contextos.
Autores principais:Durão, Susana, 1969-
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este texto propõe o resgate do conceito de “carreira subjetiva”, de Everett Hughes, no seio de uma teoria social das organizações. O objetivo mais específi co consiste em propor uma análise da forma como é percepcionada por polícias uma certa lógica nas suas trajetórias profi ssionais. O texto baseia-se numa etnografi a recente desenvolvida em esquadras de Lisboa. Nele são exploradas as construções subjetivas que estão na base das fases da vida profi ssional dos agentes e a defi nição de certos estilos de ser polícia. Sempre que oportuno, são apontadas algumas diferenças manifestas na socialização de homens e de mulheres nesses contextos.